Você vai explorar sete salas de arte imersiva no Mystika Inmersivo, na Cidade do México — cercado por fotos tão vivas que parece até sentir cheiro de chuva ou ouvir água ao longe. Com o ingresso incluso, você vai no seu ritmo, guiado por músicas suaves e uma equipe acolhedora. Aqui, não é só ver arte — é sentir ela na pele.
O Mystika Inmersivo é uma experiência sensorial de arte criada pelo artista mexicano Pepe Soho, com sete salas imersivas e fotografias em grande formato inspiradas nos santuários naturais do México.
A experiência inclui sete salas imersivas diferentes.
A maior parte do espaço é acessível, mas duas salas com piso espelhado não permitem cadeiras de rodas; cadeiras plásticas sem rodinhas são oferecidas para acesso.
Sim, crianças são bem-vindas e bebês ou crianças pequenas podem usar carrinho dentro do local.
O tempo varia, mas a maioria dos visitantes passa cerca de uma hora explorando as sete salas no seu próprio ritmo.
Não há guia formal, mas a equipe está presente para ajudar e tirar dúvidas.
Sim, o ingresso geral cobre todas as taxas para entrada.
Sim, animais de serviço são permitidos dentro do local.
Seu ingresso inclui entrada geral para todas as sete salas imersivas do Mystika Inmersivo na Cidade do México — taxas e impostos já estão inclusos, a equipe está disponível para ajudar com qualquer necessidade ou cadeira especial para as áreas com espelhos, e você pode explorar tudo no seu tempo antes de voltar para o agito da cidade.
Eu não esperava ficar nervoso ao entrar no Mystika Inmersivo — é só um ingresso, né? Mas a primeira sala me envolveu com um zumbido baixo e uma luz azul que fez minha pele arrepiar. Tinha um cheiro leve, quase como pedra molhada depois da chuva, acho que foi de propósito? A guia na porta sorriu e contou que Pepe Soho queria que as pessoas “sentissem o México, não só vissem.” Tentei perguntar sobre uma foto de cavalo (meu espanhol é... digamos básico), e ela riu gentilmente antes de falar em inglês. Essa gentileza ajudou — me senti mais à vontade ao passear de sala em sala.
As salas meio que se misturam na memória agora, menos a que tem espelhos no chão. Tive que andar com cuidado para não sujar nada (e, pra ser sincero, tinha medo de tropeçar). Havia fotos enormes de cenotes e montanhas — dava até pra ouvir o som da água, mesmo sendo só alto-falantes. Em um momento, minha amiga sussurrou que parecia que estávamos “dentro do sonho de outra pessoa.” Isso ficou comigo. E sim, tirei muitas fotos, mesmo sabendo que nada substitui a experiência real.
Não é só coisa séria — tinha crianças rindo na sala dos cavalos e um casal mais velho discutindo qual santuário parecia mais tranquilo. A equipe mantinha o clima descontraído, mas ajudava rápido quando alguém precisava de cadeira plástica para as salas com espelhos (cadeiras de rodas não entram lá). No fim, me senti mais leve e, de um jeito estranho, com saudade de lugares onde nunca estive. Mystika Inmersivo não é o que eu imaginava de uma exposição de arte — é como entrar nas memórias de alguém sobre o México. Ainda pensando naquela luz azul.

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