Você vai pilotar seu próprio ATV por trilhas selvagens perto de Cancún, voar nas tirolesas sobre as copas das árvores, testar sua coragem em pontes suspensas e depois se refrescar com um mergulho num cenote iluminado pelo sol. Com guias locais te incentivando e tacos te esperando no final, essa aventura vai ficar na memória muito depois de voltar pro hotel.
Sim, o transporte ida e volta está incluso para a maioria dos hotéis em Cancún e Puerto Morelos.
É preciso ter pelo menos 18 anos e carteira de motorista válida.
Sim, inclui lanches leves e uma estação de tacos para o almoço, além de água.
A idade mínima para participar é 8 anos.
Não, não é recomendado para quem tem lesões na coluna ou problemas cardiovasculares.
Não, por segurança não é permitido usar câmeras, celulares, GoPros ou drones durante as atividades.
A duração exata depende do hotel, mas espere um passeio de meio dia completo, incluindo o transporte.
Seu dia inclui transporte ida e volta da maioria dos hotéis em Cancún ou Puerto Morelos, todo o equipamento (como capacetes e cintos de segurança), guias profissionais bilíngues em cada atividade, bastante água e lanches leves, além de uma estação de tacos para o almoço antes de voltar pro hotel, sujo de poeira mas com um sorriso de orelha a orelha.
Vou ser sincero — quase desisti quando me entregaram o capacete para o passeio de ATV. A máquina parecia muito mais radical do que eu imaginava pelas fotos. Nosso guia Luis só sorriu e disse para “confiar na máquina”, parecia coisa de filme de ficção científica. Mas assim que começamos a pular pelos caminhos enlameados da selva perto de Cancún, com os pássaros gritando lá em cima e aquele cheiro de terra molhada depois da chuva da noite anterior, minhas preocupações sumiram. Minhas mãos tremiam — mas de emoção boa.
A parte da tirolesa veio depois, e minhas pernas ficaram bambas na subida (não sou fã de altura). Mas todo mundo se animava e torcia — até uma criança que saiu na frente e gritou “vámonos!” no meio do percurso. A travessia na corda bamba? Digamos que meu equilíbrio não é mais o mesmo, mas o Luis ficava gritando palavras de incentivo lá embaixo. Teve um momento em que tudo ficou silencioso, só o vento nas árvores e uma risada atrás de mim — foi meio surreal.
Quando descemos de rapel e chegamos ao cenote, eu já estava todo suado e cheio de poeira. Mergulhar naquela água gelada foi como dar um reset no corpo inteiro. O cenote é aberto, dá pra ver a luz do sol refletindo na água — juro que poderia ter ficado flutuando ali a tarde toda se deixassem. O almoço foi simples, tacos (comi três), além de lanches e água sempre que quisemos. Ninguém tinha pressa; a galera trocava histórias sobre a parte favorita enquanto secava nas pedras.

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