Você vai caminhar pelo Parque Memorial da Paz em Hiroshima com um guia local, ouvir histórias por trás de monumentos como o Domo da Bomba Atômica e os tsurus de Sadako, visitar o Memorial e sentir como a história permanece em pequenos detalhes—um toque no bronze, o toque silencioso de um sino—que ficam com você muito depois.
O tour guiado em grupo dura cerca de 2 horas.
Você conhecerá o Parque Memorial da Paz, Domo da Bomba Atômica, Memorial Hall, Monumento a Sadako, Monumento às Vítimas Coreanas e outros memoriais importantes.
Sim, a entrada no Memorial Hall está inclusa no tour.
Sim, todas as áreas e caminhos do tour são acessíveis para cadeirantes.
Sim, crianças são bem-vindas—até duas crianças de 0 a 10 anos podem participar gratuitamente por reserva.
Sim, o guia compartilha histórias de sobreviventes e explica a importância de cada local.
O ponto de encontro é nos 10 Portões da Paz, no Parque Memorial da Paz de Hiroshima.
Sim, há opções de transporte público próximas ao local de encontro.
Seu dia inclui um tour guiado em grupo com um especialista local pelos principais memoriais de Hiroshima—com entrada ao Peace Memorial Hall—e todas as rotas são totalmente acessíveis para cadeirantes, garantindo que todos possam participar sem preocupação.
Já imaginou como é estar no Parque Memorial da Paz em Hiroshima? Eu não fazia ideia do que esperar. Nossa guia, Yuki, nos encontrou perto dos 10 Portões da Paz—portões brancos e altos, com a palavra “paz” escrita em tantas línguas que perdi a conta (ela disse que são 49). O ar parecia pesado no começo, como se todo mundo estivesse prendendo a respiração. Yuki explicou o significado de cada portão, e confesso que fiquei preso pensando no último deles—o “inferno de Hiroshima”. É curioso como a cidade fica tão silenciosa por aqui, mesmo com crianças e ciclistas passando.
Paramos na estátua chamada Mãe e Bebê na Tempestade. O bronze está liso de tanto que as pessoas tocaram ao longo dos anos. O cheiro de pedra molhada no ar... será que sempre é assim aqui? Yuki contou sobre mães que tentaram proteger seus filhos durante o bombardeio. Me peguei olhando para uma mulher próxima, que chorava em silêncio. Foi uma sensação difícil de descrever. A viagem de um dia por Hiroshima, saindo do hotel, parecia tão distante agora; tudo parecia desacelerar.
Depois, visitamos o local onde estão gravados os nomes de todas as vítimas—milhares e mais milhares. Dentro do Memorial, o eco dos passos parece pedir silêncio. E então ela apontou para um prédio a apenas 170 metros do epicentro que, de alguma forma, resistiu. Ainda penso naquela imagem—paredes marcadas, mas de pé, enquanto tudo ao redor mudou.
A história de Sadako e seus tsurus de papel surgiu perto de outro monumento. Yuki dobrou um para nós ali mesmo (o meu ficou mais parecendo um sapo amassado—ela riu). Tocamos juntos o sino da paz; o som é profundo e fica com você por mais tempo do que imagina. Então, se você quer um tour a pé por Hiroshima que vá além dos fatos, com momentos reais e pessoas que se importam, esse é o passeio certo.

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