Deixe Tóquio para trás por um dia feito de estradas de montanha, lagos silenciosos e momentos reais com os locais em Hakone—pense em santuários enevoados no Lago Ashi, amazake doce numa casa de chá com 400 anos, onsen que aceita tatuagens e arte moderna sob o céu aberto. Aqui não é só turismo—é sentir o Japão desacelerar ao seu redor.
Não esperava ver o Monte Fuji tão cedo—apenas um lampejo branco entre as árvores quando deixamos Tóquio para trás. Nossa guia, Keiko, riu quando tentei tirar uma foto pela janela (“Ele está tímido hoje!”, disse ela). A viagem para Hakone parecia escapar do barulho da cidade e entrar em algo mais suave; até o ar mudou, ficou quase úmido e fresco, como musgo. Paramos em um mirante onde o Fuji surgia por trás das nuvens baixas—sinceramente, fiquei ali um minuto só respirando aquilo. Sem multidões, só nós e aquela vista.
Depois fomos ao Santuário Hakone—portões torii vermelhos meio escondidos pela névoa dos cedros. O cheiro era de chuva em madeira antiga. Keiko contou como os viajantes paravam ali séculos atrás; tentei imaginar todos aqueles passos antes dos meus. No Lago Ashi, caminhamos à beira da água, vimos um pescador desenrolar a linha enquanto crianças alimentavam os patos perto dali. O lago estava tão calmo que parecia que o tempo desacelerou (ou talvez eu é que precisava de um café).
A casa de chá Amazake Chaya parecia saída de um filme antigo—vigas escuras, uma bebida quente de arroz doce que tinha um sabor familiar, mesmo eu nunca tendo tomado antes. Derramei um pouco na manga e ninguém se importou; o dono sorriu e me entregou um guardanapo com as duas mãos. Depois do almoço, chegou a hora do onsen—eu estava nervoso por causa das tatuagens, mas todos os lugares que visitamos aceitam elas numa boa. Entrar naquela água quente depois de tanto andar… agora entendo por que as pessoas amam isso. Tem um tipo de silêncio que só o vapor traz.
A última parada foi o Museu ao Ar Livre de Hakone—esculturas de Picasso espalhadas pelas colinas verdes, crianças correndo entre elas enquanto os adultos admiravam aquelas formas estranhas no céu. Se quiser mais arte ou se começar a chover (pegamos uma garoa), tem o Museu Pola, escondido numa floresta de faias ali perto. Eu poderia ter ficado mais tempo, mas às vezes é melhor deixar as coisas incompletas para guardá-las melhor na memória, não é?
Sim, é um tour totalmente privado, feito para o que você quiser.
Todos os onsens do passeio aceitam tatuagens; também é possível reservar banhos privados.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel em Tóquio está incluído.
Você vai conhecer a casa de chá Amazake Chaya, com a tradicional bebida doce de arroz e petiscos locais; há opções de almoço no onsen ou perto dele.
Se o tempo estiver ruim ou sobrar tempo, dá para conhecer tanto o Museu ao Ar Livre quanto o Museu Pola de Arte.
Sim, todos os veículos e locais visitados são acessíveis para cadeirantes.
O dia completo dura entre 8 e 10 horas, dependendo do seu ritmo e interesses.
Sim, temos assentos para bebês e acomodamos carrinhos de bebê.
Seu dia inclui transporte privado com traslado do hotel em Tóquio, pedágios e estacionamento pagos, guia local fluente em inglês/japonês/francês, entrada nos museus escolhidos (com onsens que aceitam tatuagem), além de tempo para almoço com especialidades locais antes de voltar ao hotel com conforto.


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