Você vai pisar na areia preta de Stromboli, explorar as ruas tranquilas da vila ou nadar no azul das Eólias antes de dar a volta na ilha de barco ao anoitecer para um show real de lava sob as estrelas. Com explicações ao vivo em inglês, italiano e alemão, tempo livre flexível e traslado do porto incluído, esse passeio noturno deixa lembranças que ficam para sempre.
O passeio dura cerca de 7 horas, incluindo a parada na ilha e a volta de barco.
Sim, você tem cerca de 3 a 4 horas em terra para visitar San Vincenzo ou nadar.
Sim, as explicações ao vivo são dadas em inglês, italiano e alemão durante o passeio.
Não, o jantar não está incluído, mas você pode comprar comida nos restaurantes da ilha durante a parada.
Sim, o transporte é acessível para cadeirantes e adequado para todos os níveis de preparo físico.
Sim, há uma taxa de desembarque de €5 para o município de Lipari, paga em dinheiro no porto antes do embarque.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinho ou bebê conforto.
A chegada prevista ao porto de Tropea é por volta das 22h30.
Sua noite inclui traslado do porto de Tropea, navegação confortável a bordo de um moderno barco a motor com explicações ao vivo em inglês, italiano e alemão pelo guia. Você terá várias horas livres na ilha de Stromboli para nadar ou explorar antes de embarcar novamente para uma volta ao anoitecer e assistir ao fluxo de lava da Sciara del Fuoco a uma distância segura — depois, transporte de volta a Tropea no fim da noite.
A primeira coisa que me veio à mente foi o azul profundo do mar quando chegamos ao pequeno porto de Stromboli — acho que se chamava Scari. O ar tinha cheiro de sal, com um toque de fumaça que me fez olhar para a montanha. Nosso guia, Marco, acenou para nos despedir do barco e falou algo sobre nos encontrarmos perto da sorveteria (quase esqueci onde era depois). Tínhamos umas três horas para passear pela vila de San Vincenzo. Acabei andando devagar, sentindo a areia preta estalar sob as sandálias, vendo os moradores conversando nas portas e um cachorro cochilando na sombra. As lojas estavam abertas, mas sem pressão. Comprei uma soda de limão que tinha gosto de limão de verdade — ao mesmo tempo azedinho e doce.
Não esperava nadar, mas quando você vê aquela água azul intensa das Ilhas Eólias ali na sua frente... não tem jeito, tem que se jogar. No começo estava gelado, mas logo ficou perfeito. Algumas crianças pulavam das pedras próximas; o riso delas ecoava estranho nas falésias. Depois de me secar (mais ou menos), voltei para a rua principal. Tem muitos lugares para comer — o cheiro de pizza estava no ar — mas peguei só um arancino num balcão minúsculo porque parecia bom e, pra ser sincero, eu já estava meio cheio de areia mesmo.
Subir no barco de novo ao anoitecer foi diferente — todo mundo mais quieto, talvez esperando o que viria a seguir. Demos a volta em Stromboli pelo mar enquanto a luz do dia desaparecia atrás da gente. Marco alternava entre inglês e alemão para que todos entendessem (ele brincou que meu italiano era melhor que o alemão dele — não é verdade, claro). Paramos perto da Sciara del Fuoco, longe o suficiente para ser seguro, mas perto para ver as listras de lava vermelha brilhando contra as pedras negras. O barco ficou em silêncio, só ouvi alguém sussurrar “wow” em francês atrás de mim. É difícil explicar o que se sente vendo um vulcão em ação à noite; é meio assustador, meio lindo... Ainda lembro daquela vista quando o barulho da cidade fica demais.

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