Você vai caminhar pelas pedras antigas do parque arqueológico de Siracusa, se perder nos mercados e na brisa do mar de Ortigia, e terminar rodeado pelos palácios dourados do barroco em Noto — tudo com transfer do hotel e guia local que deixa o passeio leve e verdadeiro. Prepare-se para risadas, histórias incríveis e talvez um novo lugar favorito que você nem esperava.
É um tour de dia inteiro, incluindo o trajeto entre os locais; o tempo exato varia conforme o trânsito e o ritmo do grupo.
Sim, o serviço de busca e retorno ao hotel está incluso na sua reserva.
Sim, especialmente em Ortigia, onde você pode almoçar e explorar no seu ritmo.
Não, o almoço não está incluído; você pode escolher onde comer durante o tempo livre em Ortigia.
Todos os impostos, taxas e encargos estão inclusos; a forma de entrada pode variar conforme a temporada.
Sim; há tarifas especiais para crianças acompanhadas por dois adultos pagantes.
Assentos especiais para bebês estão disponíveis mediante solicitação para garantir segurança.
Um guia multilíngue acompanha a maior parte do tour; o Parque de Neápolis é visitado de forma independente.
O passeio inclui transfer de ida e volta do hotel nas áreas de Catania ou Siracusa, todas as taxas e impostos já pagos para você não se preocupar com ingressos ou burocracia, transporte em minivan com ar-condicionado e motorista simpático (que ainda conta ótimas histórias), além do suporte de um guia local multilíngue — só não esqueça um calçado confortável e, se o tempo fechar, uma jaqueta leve.
A primeira coisa que senti ao chegar em Siracusa foi essa mistura de cheiro de mar com algo floral — será jasmim? Nosso motorista, Salvo, já brincava sobre o “tempo siciliano” (que, pelo jeito, significa que nunca se sabe se está cedo ou atrasado). No Parque Arqueológico de Neápolis, exploramos por conta própria. O teatro grego é enorme — maior do que eu imaginava — e dá pra sentir a idade das pedras sob os pés. Tinha um grupo de crianças em excursão, todas falando alto em italiano. Tentei escutar, mas só peguei a palavra “orelha gigante” (Orecchio di Dionisio), que a guia explicou depois ser uma caverna com uma acústica incrível. Ela bateu palmas lá dentro e o eco parecia um trovão. Muito louco.
Depois seguimos para Ortigia, justo quando o sol começava a ficar forte. O mercado estava cheio de gente local — uns velhinhos discutindo preço de peixe, uma senhora vendendo limões do tamanho do meu punho. Comi um arancino no almoço (não incluso, mas super vale a pena) e sentei à beira da água vendo os barquinhos passarem devagar. Tem um azul desbotado por toda parte — nas janelas, nos barcos, até nas roupas estendidas. Parecia que o tempo dava uma desacelerada ali. Quase perdi o grupo até o Salvo me chamar com um sorriso.
Por fim, fomos a Noto e, pra ser sincero, não esperava me encantar — mais uma cidade antiga, né? Mas andando pela rua principal, com aqueles prédios cor de mel brilhando na luz do fim da tarde... foi de arrepiar. A guia apontava detalhes do barroco — querubins aqui, colunas retorcidas ali — mas o que ficou mesmo foi ficar no topo da escadaria, olhando as pessoas passeando lá embaixo. Ainda lembro dessa vista quando a cidade fica barulhenta demais.

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