Você vai conhecer cavalos dóceis perto do Monte Vesúvio, aprender equitação natural com os locais, cavalgar por trilhas sombreadas entre pedras vulcânicas, ajudar a cuidar dos cavalos depois e relaxar com vinho e petiscos típicos numa companhia gostosa. Nada de luxo, só conexão verdadeira com os animais e pessoas num lugar que fica na memória.
Seu dia inclui encontro com cavalos amigáveis num rancho a 200 metros da encosta do Monte Vesúvio, uma rápida orientação em equitação natural com guia local, uma cavalgada de uma hora por trilhas entre a floresta e paisagens vulcânicas (com capacete e capa de chuva se precisar), tempo opcional para cuidar dos cavalos no estábulo — e para fechar, um aperitivo com vinho regional, cerveja ou bebidas não alcoólicas e petiscos típicos antes de voltar para casa com aquela sensação boa de quem passou o dia ao sol e feliz.
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Palinuro: Passeio de Barco nas Grutas Marinhas com Parada para NadarDescubra as grutas marinhas de Palinuro em um barco tradicional com um marinheiro local, visite a Gruta Azul e nade na praia Buondormire. Inclui guia e pausa para banho.★ 4.48 (27)1m–1h30m€ 30Ver › A primeira coisa que percebi no rancho — além dos cavalos, claro — foi aquele cheiro terroso e de pinho no ar. Mal descemos da van, nosso guia Marco acenou sorrindo e nos apresentou aos cavalos. Ele falou sobre algo chamado “equitação etológica”, que parecia sofisticado, mas basicamente era sobre se comunicar com os cavalos (não falando literalmente, mas você entendeu). Confesso que fiquei nervoso no começo — a última vez que montei foi há anos e não foi nada suave. Mas esses cavalos pareciam calmos, quase curiosos. Marco nos ensinou como chegar perto, deixar que eles cheirassem nossas mãos. Um deles — a Luna — até cutucou minha manga como se estivesse brincando comigo.
Depois de uma rápida aula no campo (confesso que me atrapalhei com as rédeas), partimos pelas trilhas do Monte Vesúvio. O chão era macio sob os cascos; dava para ouvir os pássaros lá em cima e, de vez em quando, um raio de sol atravessava as árvores. Em alguns pontos, pedras vulcânicas surgiam entre as raízes, pretas e ásperas no meio de tanto verde. A cavalgada não foi longa — talvez uma hora? — mas parecia mais lenta, mais tranquila. Em um momento, Marco parou para mostrar ervas selvagens à beira do caminho; colheu um pouco de alecrim para cheirarmos. Meu cavalo não parava de tentar comer.
De volta ao rancho, ajudamos a escovar os cavalos (acabei com mais pelos na camisa do que esperava) antes de entrar para o aperitivo. O salão cheirava a café e algo salgado — queijo, talvez? Serviram vinho local e trouxeram pratinho com pão e salame. Todo mundo estava meio corado da cavalgada; rolava uma risada fácil ao redor da mesa que me fez querer ter aprendido mais italiano antes de vir. Ainda lembro do sopro quente da Luna na minha mão na despedida — ou talvez ela só quisesse mais um petisco.
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