Você vai explorar as colinas tranquilas de Florença num Fiat 500 elétrico clássico com um guia local—sem multidões ou ônibus. Estradas silenciosas entre ciprestes, paradas para fotos em San Miniato al Monte e Piazzale Michelangelo, além de um piquenique com vinho Chianti com vista para a cidade. Um passeio intimista e relaxante, que fica na memória.
Não, não há serviço de busca no hotel; o ponto de encontro é no centro de Florença.
O carro acomoda até três passageiros além do motorista-guia.
Sim, você recebe uma garrafa de vinho Chianti e tarallini tradicionais para o piquenique.
Sim, o tour é acessível para pessoas em cadeira de rodas.
A experiência dura cerca de duas horas, incluindo as paradas.
Você vai parar na vila de Arcetri, na igreja de San Miniato al Monte e no Piazzale Michelangelo para vistas incríveis.
Sim, o guia registra fotos em cada ponto para que todos apareçam.
Sim, há opções de transporte público próximas ao início e ao fim do passeio.
Seu dia inclui um passeio privado num Fiat 500 elétrico restaurado, com espaço para três passageiros mais o guia-motorista; água mineral durante todo o trajeto; fotos feitas pelo guia em cada parada; além de um piquenique toscano com vinho Chianti e tarallini tradicionais antes de voltarmos juntos para Florença.
“Você já viu Florença daqui de cima?” Foi assim que nosso guia Marco começou, enquanto nos espremíamos naquele Fiat 500 cabrio amarelo sol. Eu já estava sorrindo feito bobo antes mesmo de sairmos da calçada. O carro é elétrico agora — então ele só fazia um leve zumbido enquanto saíamos da cidade, passando por muros de pedra e oliveiras. Um cheirinho suave de alecrim selvagem entrava pela janela, algo que eu nunca tinha percebido andando a pé por Florença antes. Marco não parava de apontar antigas vilas e contar histórias sobre Galileu (peguei só metade, estava mais ocupado admirando a paisagem).
A estrada para Arcetri parecia um segredo guardado — sem multidões, só estradinhas silenciosas e aquelas colinas toscanas que se perdem no horizonte. Paramos em frente à Villa Il Gioiello, onde Galileu passou seus últimos anos. Marco brincou que Galileu teria adorado o silêncio de um carro elétrico para observar as estrelas. Tentei imaginar ele olhando para essas mesmas colinas. Estava quente, mas agradável, com o som das cigarras vindo do mato.
Quando chegamos em San Miniato al Monte, não esperava aquele silêncio — só alguns moradores acendendo velas e aquela pedra fria sob minhas mãos. A cidade parecia quase mágica lá de cima; dava para ver cada telhado de terracota e o Duomo surgindo na névoa da manhã. No Piazzale Michelangelo, Marco insistiu em tirar nossa foto (“Confia, fica melhor sem pose!”). Ele tirou uma garrafa de Chianti e uns tarallini para nosso piquenique — até hoje lembro do primeiro gole com toda Florença aos nossos pés. Sentamos no capô (provavelmente proibido), só conversando sobre nada até a hora de voltar.
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