Navegue pela Costa Amalfitana num passeio privado de barco saindo de Sorrento, Positano ou Nápoles com skipper que fala inglês. Mergulhe em enseadas escondidas, almoce numa trattoria à beira-mar, explore Positano e Amalfi no seu ritmo e relaxe com Prosecco na volta — sal no cabelo e histórias para contar.
Sim, o traslado está incluído para hotéis em Sorrento; para saídas de Positano ou Nápoles, você encontra o skipper no porto.
O barco Gozzo comporta até 12 passageiros, só para o seu grupo.
Sim, você pode começar o passeio em Sorrento, Positano ou Nápoles — é só avisar na hora da reserva.
Você terá petiscos, vinho tinto/branco, Prosecco, cerveja, refrigerantes e água mineral incluídos; o almoço é por sua conta em algum ponto da costa.
Sim! Há várias paradas para nadar e fazer snorkel em lugares incríveis pelo caminho.
Sim — bebês podem ir no carrinho ou no colo de um adulto; o passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico.
Você vai navegar pela costa de Sorrento com paradas possíveis em Positano e Amalfi; também verá o arquipélago de Li Galli.
Seu skipper fala inglês e conta histórias sobre cada lugar durante o trajeto.
Seu dia inclui traslado do hotel se estiver em Sorrento (ou encontro no porto se sair de Positano ou Nápoles), todos os custos de combustível, skipper que conhece cada enseada como a palma da mão, toalhas para os mergulhos, petiscos, água e refrigerantes a bordo — e sempre tem vinho tinto/branco ou Prosecco geladinho para brindar no pôr do sol.
“Você vê aquela torre antiga ali?” perguntou nosso skipper Carlo, guiando o Gozzo com uma mão enquanto apontava para uma silhueta de pedra desgastada no alto da Punta Campanella. “Os piratas costumavam vigiar dali — mas hoje só tem gaivotas e casais apaixonados.” Dei risada porque, sinceramente, a única coisa perigosa nesse passeio privado pela Costa Amalfitana era a vontade de pular naquela água azul a cada cinco minutos. Saímos cedo do porto de Sorrento (Carlo nos buscou direto no hotel — meu primo ainda estava meio dormindo), e o ar tinha aquele cheiro cítrico e marinho que só se sente aqui. O motor ronronava baixo enquanto passávamos por pequenas enseadas e aqueles penhascos selvagens que parecem prender a respiração.
Não esperava me envolver tanto com as histórias — mas Carlo as contava entre goles de espresso e piadas sobre seu “canto” (ele tentou imitar as Sereias perto de Li Galli, o que… foi engraçado). Paramos para um mergulho em Nerano, onde a água estava mais fria do que eu imaginava, quase elétrica na pele. Fiquei flutuando um tempo, olhando para o Gozzo balançando sob aquele sol suave, pensando como era diferente ver a costa assim, em vez de carro ou ônibus. Almoçamos num lugarzinho só acessível de barco — spaghetti alle vongole com vinho que tinha gosto de férias de verão. Minhas mãos ainda cheiravam a alho e sal do mar depois.
Positano parecia surreal visto do mar — aquelas casas coloridas empilhadas como se alguém tivesse derrubado uma caixa de giz ladeira abaixo. Tivemos tempo para passear (comprei um sabonete de limão que até hoje fico cheirando), e voltamos para o barco com mais Prosecco. Em Amalfi, perdi completamente a noção do tempo. Famílias acenavam das varandas, crianças gritavam em italiano lá em cima. No caminho de volta para Sorrento, Carlo distribuiu toalhas e serviu mais uma rodada. O sol se pôs atrás de Capri e tudo ficou quieto, só o som das ondas batendo no casco. Às vezes, quando o barulho da cidade me incomoda, eu volto a esse silêncio na minha cabeça.

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