Você vai sentir a mudança de Amalfi agitada para enseadas tranquilas enquanto o capitão te leva por arcos escondidos e vilas famosas neste passeio privado ao pôr do sol. Deguste prosecco perto de Praiano vendo Positano brilhar ao longe, ouça histórias e piadas locais e aproveite a última luz dourada antes de voltar pelo mar.
O passeio privado dura cerca de 2 horas, saindo e retornando em Amalfi.
O capitão oferece água mineral, refrigerante e uma garrafa de prosecco durante o trajeto.
Você passará por Santacroce, baía de Conca dei Marini, Fiorde de Furore, Praiano ao entardecer, além de vistas de Positano e da ilha Li Galli.
O passeio sai de Amalfi; há opções de transporte público próximas para chegar ao local.
A idade mínima para beber álcool é 18 anos.
Bebês são bem-vindos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o passeio.
Sua noite inclui água mineral, refrigerante e uma garrafa de prosecco gelada servida pelo capitão enquanto você passa por pontos icônicos como Praiano e o Fiorde de Furore, antes de voltar a Amalfi no entardecer.
Subimos no pequeno barco em Amalfi justo quando o céu começava a mudar — ainda não era noite, mas aquela luz suave que só se vê por aqui. Nosso capitão, Antonio, nos recebeu com um sorriso largo e um “pronti?” antes de soltar as amarras. O cheiro do mar veio na hora — não aquele salgado típico, mas algo mais como pedra molhada e cascas de limão vindas lá do alto da colina. O motor ronronava baixinho enquanto passávamos por Santacroce. Antonio apontou um arco natural que chamou de “arco dos amantes” e brincou que parecia dois elefantes se beijando. Até hoje não sei o que vi primeiro.
Navegamos pela villa da Sophia Loren (ele deu uma freada rápida — acho que todo mundo faz isso), depois entramos na baía de Conca dei Marini. Lá em cima tem uma caverna, cheia de histórias de demônios e piratas sarracenos — Antonio contou tudo num inglês misturado com italiano, gesticulando tanto que quase deixou o celular cair no mar. As casas dali são incríveis — a do Moet Chandon, a de um senador onde Jackie Kennedy já ficou. Tudo parecia meio surreal, mas ao mesmo tempo muito vivido, sabe? Como se as pessoas realmente sentassem nessas varandas ao entardecer.
O ar ficou mais fresco quando chegamos ao Fiorde de Furore. As falésias se fecham bem aqui — tem uma vila de pescadores minúscula bem embaixo da ponte (Antonio disse que só pega sol duas horas por dia; tentei imaginar isso). Ele contou que a Red Bull organiza competições de salto de penhasco ali, o que me pareceu uma loucura total. Não vimos nenhum mergulhador — só um senhor consertando redes na beira, que acenou quando eu acenei primeiro.
Já em Praiano, o sol caía rápido e tudo ficou dourado-rosado, menos Positano ao longe, que continuava azul. Antonio abriu uma garrafa de prosecco (chamou de “coragem pré-jantar”) e nos serviu enquanto pilotava com o cotovelo. Brindamos enquanto Li tentava falar “Li Galli” em italiano — errou duas vezes e Antonio riu tanto que quase perdeu a curva de volta para Amalfi. Até hoje lembro daquela luz no rosto dela naquele momento.

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