Você vai explorar Ubud com um motorista local que conhece todos os atalhos e histórias. Caminhe pelos terraços de arroz ao nascer do sol, sinta o incenso do templo Tirta Empul, se refresque com o spray da Cachoeira Kanto Lampo e divirta-se com os macacos na floresta — tudo isso em um passeio privado de um dia.
Sim, o motorista particular busca você no hotel.
Todos os ingressos estão incluídos na sua reserva.
Geralmente leva entre 30 e 40 minutos de carro, dependendo do trânsito.
Sim, a participação é opcional e sarongs são fornecidos para os visitantes.
O almoço não está incluído; os visitantes pagam suas refeições no restaurante Pangkon Bali.
Assentos especiais para bebês podem ser solicitados.
O ritmo é flexível para você fotografar à vontade.
Não recomendamos para quem tem problemas na coluna ou saúde cardiovascular, pois há caminhadas e escadas.
Seu dia inclui traslado privativo do hotel com motorista que fala inglês e também atua como guia em Ubud. Todos os ingressos são comprados antecipadamente para evitar filas e manuseio de dinheiro. Água mineral é fornecida para manter você hidratado entre cachoeiras e templos.
Logo que saímos de Ubud, percebi como o ar mudou — ficou mais denso, cheio do cheiro verde e daquele som distante de scooters. Nosso motorista, Putu, nos recebeu na recepção do hotel (eu ainda meio sonolento, mas ele com um sorriso tranquilo). Ele deixou a gente escolher a ordem dos passeios, o que foi um luxo à parte. Começamos pelo Terraço de Arroz de Tegalalang, porque Putu disse que a luz da manhã era a melhor. E não é que ele tinha razão? Os terraços brilhavam como se cada folha tivesse sido polida. Tentei andar por um daqueles caminhos de barro estreitos — quase escorreguei duas vezes — e um fazendeiro lá embaixo acenou, rindo dos meus sapatos de cidade.
Não esperava que o Templo Tirta Empul fosse tão vibrante. O som da água correndo sobre as pedras estava por toda parte, e as pessoas se moviam em silêncio, vestindo sarongs coloridos (nos deram alguns na entrada). Muitos locais estavam em oração profunda ou entrando nas piscinas para se purificar — o cheiro de incenso no ar fazia a gente desacelerar sem perceber. Nosso guia explicou um pouco sobre os rituais, mas sem pressa. Vi uma senhora mais velha molhar a cabeça com água três vezes; ela cruzou meu olhar e sorriu como se dividíssemos um segredo.
A próxima parada foi a Cachoeira Kanto Lampo — uma curta descida por escadas escorregadias onde você ouve a queda d’água antes de vê-la. O spray molhou meu rosto antes mesmo de eu chegar perto. Tinha famílias rindo nas pedras, um casal tirando umas cem fotos (não dá pra culpar), e uma sombra gostosa que me fez querer ficar ali pra sempre. O almoço foi no restaurante Pangkon Bali, escondido longe da estrada principal — comida simples, nada sofisticado, mas perfeita depois de tanto andar pela manhã. Experimentei um prato apimentado que não consegui nem pronunciar; Putu riu quando eu tossi na primeira garfada.
O Santuário da Floresta Sagrada dos Macacos é um mundo à parte: macacos correndo entre estátuas cobertas de musgo, luz do sol filtrando por árvores gigantes. Em um momento, um macaquinho tentou desamarrar meu cadarço — mãos rápidas! Há um silêncio sob a copa, interrompido só pelos gritos dos macacos e os sustos dos turistas (eu incluso). Voltando para o carro, percebi como minha mente estava mais tranquila do que naquela manhã. Ubud tem algo que fica com você mesmo depois de ir embora — às vezes ainda penso naquela vista dos terraços de Tegalalang, sabe?

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