Você vai explorar as montanhas de Bali com um guia local — ar fresco no Lago Tamblingan, fotos no Portão Handara, orações no Templo Ulun Danu Beratan, almoço com vista para a névoa, caminhadas pelos terraços de arroz de Jatiluwih, relaxar nas fontes termais de Penatahan e terminar com o pôr do sol no Templo Tanah Lot. Um dia que fica na memória muito depois de acabar.
Sim, o serviço de busca e retorno está disponível na maioria dos hotéis e villas em Ubud, Sanur, Denpasar, Tanjung Benoa, Nusa Dua, Pecatu, Jimbaran, Tuban, Kuta, Seminyak, Kerobokan e Canggu.
Se você escolher a opção tudo incluído ao reservar, tanto os ingressos quanto o almoço estão cobertos.
O passeio privado dura o dia todo — cerca de 8 a 10 horas, contando desde a busca até o retorno.
Sim, é adequado para a maioria dos níveis de preparo físico; crianças até 2 anos não pagam. Não é recomendado para quem tem problemas cardíacos.
Recomenda-se protetor solar, câmera e roupas confortáveis. Use calçados adequados, pois pode ficar enlameado em Jatiluwih.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis se avisar no momento da reserva do seu tour privado.
Não, combustível e estacionamento já estão incluídos no serviço do carro privado.
Seu passeio privado em Bali inclui busca e retorno no hotel, em locais que vão de Ubud a Seminyak ou Canggu (e outros), um motorista-guia que fala inglês e compartilha histórias locais, todos os ingressos se você escolher o pacote completo (ou pagamento conforme uso), além de um almoço tradicional balinês perto do Templo Ulun Danu Beratan antes de seguir para os terraços de arroz e as fontes termais.
“Você não vai comer essa pimenta, vai?” nosso motorista Wayan riu enquanto eu mexia no prato perto do Templo Ulun Danu Beratan. O clima lá em Bedugul é bem mais fresquinho que no sul — quase precisei pegar um casaco emprestado. Começamos a manhã passando por plantações de café e pequenos warungs, com a névoa envolvendo os Lagos Gêmeos Tamblingan e Buyan. O silêncio era quase total — só o canto dos pássaros e de vez em quando uma moto passando. Wayan contou que o tio dele ainda pesca nesses lagos com um barco escavado. Tentei imaginar, mas acabei distraído pelo cheiro de cravo vindo do cigarro de alguém por perto.
Depois fomos para o Portão Handara, e claro, todo mundo quer aquela foto clássica (a gente também tirou — sem vergonha). Mas o que ficou na minha memória foi o senhorzinho vendendo rambutans na entrada; ele me deu um e sorriu quando eu tive dificuldade para descascar. No Templo Ulun Danu Beratan, vimos crianças locais pulando pedras na água enquanto os pais faziam suas orações. O almoço foi simples — arroz e satay de frango — e juro que o sambal quase me derrubou. Mas sentado ali, com a névoa entrando pela janela aberta, parecia que o tempo desacelerou um pouco.
Depois do almoço, seguimos para os terraços de arroz de Jatiluwih — um verde que parece não ter fim. Difícil explicar o silêncio, só se ouvia o coaxar dos sapos e os chamados dos agricultores entre os campos. Meus sapatos ficaram enlameados (deveria ter usado sandálias), mas nem liguei. Em seguida, as fontes termais de Penatahan: piscinas quentinhas ao lado do rio, com cheiro de enxofre, mas nada forte demais. Os moradores que estavam relaxando depois do trabalho nos chamaram; uma senhora até ofereceu amendoim cozido e contou que vem toda semana para cuidar dos joelhos.
Terminamos no Templo Tanah Lot bem na hora em que o céu começou a ficar rosa e dourado. Tinha bastante gente, mas também aqueles momentos de silêncio quando todo mundo parava para ver as ondas batendo nas pedras. Tirei umas vinte fotos tremidas antes de desistir — às vezes é melhor só ficar ali e sentir o momento, sabe? Ainda penso naquela luz refletida na água até hoje.
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