Você vai do calor da floresta dos macacos em Ubud aos lagos frescos do Templo Ulun Danu Beratan, vai encarar trilhas enlameadas até a cachoeira Sekumpul, subir degraus entre as nuvens no leste de Bali e terminar com peixe grelhado na praia de Jimbaran ao entardecer. Cinco dias em Bali são como cinco mundos diferentes — cada um com seu próprio ritmo.
Já parou para pensar se cinco dias podem mesmo mudar a forma como você vê um lugar? Foi isso que eu não conseguia tirar da cabeça enquanto nosso motorista Wayan nos levava para fora de Ubud no primeiro dia. O ar tinha um cheiro leve de incenso, típico das oferendas matinais — estava por toda parte — e nossa primeira parada foi a Floresta dos Macacos. Não sei quem estava mais curioso: eu ou os macacos. Wayan riu quando um deles tentou abrir minha mochila (parece que eles são experts nisso). Passeamos pelo Palácio de Ubud e pelo mercado, onde me perdi entre os padrões de batik e a umidade que grudava a camisa. Almoçamos num lugar local — não lembro o nome, mas o sabor do sambal ficou na boca por horas.
Na manhã seguinte, partimos cedo para o oeste de Bali. O Templo Taman Ayun parecia tranquilo perto da agitação de Ubud; pedras cobertas de musgo sob os pés e um grupo de senhoras conversando baixinho em balinês na entrada. No Templo Ulun Danu Beratan, a névoa subia do lago e eu fiquei ali parado, em silêncio, por um instante. O Mercado de Bedugul era uma confusão — pimentas vermelhas empilhadas, vendedores de frutas gritando preços que eu não entendia direito. No fim da tarde, chegamos ao Templo Tanah Lot para o pôr do sol. O lugar é cheio de gente, sim, mas ver os moradores espalhando pequenas cestas de flores à beira-mar dava um toque especial.
O norte de Bali foi a maior surpresa — a Cachoeira Sekumpul é mais barulhenta do que eu imaginava, um verdadeiro ruído branco amplificado. A trilha para chegar lá é cheia de lama (escorreguei uma vez; Wayan fingiu que não viu), mas ficar sob aquele spray gelado cercado pela selva... é difícil explicar. Depois, paramos no Portão Handara para aquela foto clássica do Instagram; na real, gostei mais de ver um senhor varrendo as folhas do que de posar.
O leste de Bali tinha uma vibe diferente: o Templo Lempuyang é uma escadaria que sobe até as nuvens — minhas pernas tremiam no topo. O Palácio das Águas Tirta Gangga tinha carpas tão grandes que pareciam de mentira (tentei alimentá-las; elas espirravam água). No quinto dia, terminamos na Baía de Jimbaran depois de visitar Garuda Wisnu Kencana e o Templo Uluwatu (a dança Kecak foi intensa — tantas vozes cantando juntas). Comer frutos do mar na areia enquanto a noite caía sobre Jimbaran... até hoje penso naquele cenário.
A maioria dos dias começa por volta das 8h e termina às 18h; no quinto dia, começa às 13h e vai até cerca de 21h.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel está incluído todos os dias.
Todos os ingressos estão inclusos no preço do tour.
Você vai conhecer a Floresta dos Macacos de Ubud, o Templo Tanah Lot, a Cachoeira Sekumpul, o Templo Lempuyang e a Praia de Jimbaran.
O jantar está incluso na última noite, na Praia de Jimbaran; as outras refeições não estão especificadas.
Você pode fazer os cinco dias seguidos ou descansar entre os dias, conforme sua disponibilidade.
O tour é indicado para a maioria das pessoas, mas não é recomendado para quem tem problemas na coluna ou saúde cardiovascular comprometida.
O motorista/guia fala inglês durante toda a viagem.
Seu roteiro inclui traslado diário de ida e volta do hotel com um motorista que fala inglês e conta histórias locais durante o trajeto. Todas as entradas estão pagas, então não precisa se preocupar com dinheiro para templos ou cachoeiras. Na última noite, você vai jantar na Praia de Jimbaran — frutos do mar fresquinhos enquanto as ondas chegam — antes de voltar para o hotel sob as estrelas de Bali.


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