Você vai navegar com um capitão local em um barco privativo pelas Ilhas Virgens Britânicas, parando para tacos no bar flutuante de Coral Bay, fazendo snorkel nas cavernas de granito de The Baths e relaxando em bares de praia como Soggy Dollar e Honeymoon Beach. Espere risadas com os locais, bebidas geladas entregues por stand-up paddle e muito tempo para nadar ou só curtir a luz do sol refletindo na água turquesa.
Sim, o barco é exclusivo para o seu grupo.
Sim, o equipamento de snorkel está incluído para todos os convidados.
Sim, bebês podem ir em carrinho, mas devem ficar no colo de um adulto durante o trajeto.
Sim, as paradas populares incluem Soggy Dollar Bar e The Baths, entre outras.
Não há almoço incluso, mas você pode comprar comida nas paradas, como nos bares flutuantes de tacos ou bares de praia.
Não há traslado do hotel; os convidados devem chegar ao ponto de partida.
O máximo é de 12 pessoas por reserva.
Sim, para entrar nas Ilhas Virgens Britânicas é necessário apresentar passaporte válido no momento da reserva e no dia do passeio.
O passeio inclui uso do equipamento de snorkel para nadar nos recifes de coral ou explorar cavernas, água engarrafada gelada em um cooler grande a bordo, assentos confortáveis e sombreados durante o trajeto pelo Cape Horn, além de todo o equipamento de segurança necessário, cuidado pelo seu capitão local, com retorno após o pôr do sol (ou quando preferir).
Com as mãos firmes no corrimão, observei o Capitão Jamie nos afastar de St. Thomas — sem pressa, só o ronco suave dos motores Yamaha gêmeos e a brisa salgada que escapava por baixo do meu chapéu. Ele é da terceira geração local, só percebi quando apontou o barco de pesca do tio dele balançando perto de Water Island. “É da família”, disse ele, como se isso explicasse tudo sobre conhecer essas águas de cor. O sol já estava forte, mas tinha sombra de sobra no Cape Horn, e alguém me passou uma garrafa gelada do cooler grande. Não sei se foi a expectativa ou o cheiro do mar aberto, mas meus ombros finalmente relaxaram depois de dias tensos.
Passamos por St. John — colinas verdes descendo até um azul tão cristalino que dava para contar cada ondinha — até que Jamie parou perto de um bar flutuante de tacos em Coral Bay. Parece invenção, mas é real: plataformas tipo folhas de lírio flutuando, gente rindo com tacos no colo. Tentei pedir em espanhol (nem pergunte), e Li, atrás do bar, só sorriu e me entregou uma bebida com um guarda-chuva de papel. Os tacos? Uma bagunça deliciosa, suco de limão escorrendo pelo meu pulso. Comemos ali mesmo no deck, pernas balançando na beira, música vindo do celular de alguém misturada com o som das gaivotas.
Depois fomos para The Baths — aquelas pedras gigantes empilhadas na areia branca, parecendo um parquinho de criança gigante. Jamie nos guiou por entre as fendas estreitas onde a luz do sol passava entre as pedras, e tudo tinha um cheiro leve de sal e granito quente. Ralei o joelho (de leve) pulando de uma pedra e ri quando uma turista ofereceu um band-aid da bolsa — aqui todo mundo vem preparado para aventura. Dentro das cavernas, o silêncio era total, só o som da água batendo nas pedras; até hoje lembro daquele eco.
Mais tarde nadamos em Honeymoon Beach — sem carro por perto, só areia macia nos pés e pelicanos mergulhando perto, enquanto o Dinghy’s Beach Bar entregava drinks em uma prancha de stand-up paddle (sei que parece loucura). No caminho de volta, Jamie contou histórias sobre antigas cavernas de piratas em Norman Island; dizem que alguém já achou um tesouro lá? Difícil saber onde termina a verdade e começa a lenda, mas essa é a graça.
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