Você vai provar stroopwafels fresquinhos e arenque, andar de watertaxi pelo rio de Rotterdam, explorar as Casas Cubo com seus ângulos malucos e se encantar com as cores do Markthal — tudo com lanches, ingressos e transporte incluídos. Prepare-se para conversas reais, sabores surpreendentes e momentos que ficam na memória.
O passeio dura cerca de 3 a 4 horas no total.
Sim, petiscos como arenque e stroopwafels, além de almoço ou comida de rua, estão inclusos.
Sim, os ingressos para visitar o interior das Casas Cubo estão incluídos.
Sim, o passeio inclui tickets de transporte público e um passeio de watertaxi, se disponível.
Café ou chá no início, além de água mineral e refrigerantes durante o passeio.
Não há serviço de busca em hotel; o encontro é em um ponto combinado no centro de Rotterdam.
Sim, bebês são bem-vindos — carrinhos de bebê podem ser usados durante o passeio.
Sim, animais de serviço são permitidos durante toda a experiência.
Seu dia inclui café ou chá para começar bem, todos os ingressos (como para entrar nas Casas Cubo), petiscos como arenque e stroopwafels, além de almoço ou comida de rua, água mineral e refrigerantes à vontade, tickets de transporte público para se locomover com facilidade — e, se houver vaga no momento da reserva, um passeio rápido de watertaxi pela cidade. Não precisa pagar nada além de gorjetas, se quiser.
Não esperava começar meu tour por Rotterdam sentado de frente para nossa guia, Marije, tomando um café forte num café minúsculo perto da estação — ela me entregou um stroopwafel ainda quentinho, saindo direto da chapa. O cheiro era puro caramelo com manteiga. Ela desenhou nosso roteiro num guardanapo (a letra dela é uma loucura), e saímos, desviando dos ciclistas que pareciam surgir do nada. Eu vivia esquecendo de olhar para os dois lados, mas para as bikes, não para os carros.
A primeira coisa que realmente me impressionou foram aquelas Casas Cubo — amarelas e inclinadas, parecendo que vão tombar. Marije explicou que os arquitetos queriam que as pessoas se sentissem em casa na cidade depois que a Segunda Guerra Mundial destruiu tanto daqui. Tentei falar “Kubuswoningen” e ela riu — provavelmente pronunciei errado, mas foi gentil. Dentro de uma das casas, tudo parecia meio torto; bati a cabeça numa viga do teto e fingi que não doeu (doeu). Depois fomos para o Markthal — o interior é um espetáculo de cores no teto, com frutas e peixes gigantes pintados, enquanto o cheiro de pão fresco se mistura com as especiarias das barraquinhas de comida.
O Porto Antigo parecia um cartão-postal, mas sem ser clichê — barcos antigos balançando calmamente enquanto estudantes descansavam no cais comendo batatas fritas. A história está em cada canto, mas também dá pra sentir que as pessoas realmente vivem ali, não só nas histórias. Cruzamos o rio de watertaxi (se nunca andou, é rápido, barulhento e faz o coração acelerar por um instante) antes de parar para provar arenque em conserva. Hesitei, mas experimentei — salgado, gelado, surpreendentemente bom com cebola. Marije tirou fotos da gente provando os petiscos locais; ela disse que tudo está incluído, então nem precisa se preocupar em pagar nada durante o passeio.
Fico pensando naquele momento dentro da St. Laurenskerk — a igreja toda de pedra e silêncio ecoando, só interrompido por alguém praticando órgão lá no alto. É o único pedaço medieval de Rotterdam que restou depois dos bombardeios. Tem algo muito forte em tocar uma pedra tão antiga quando quase tudo ao redor é vidro, aço ou aqueles cubos amarelos vibrantes.

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