Você vai provar a mistura cultural de Rotterdam — das batatas fritas na Estação Central aos dumplings asiáticos na West-Kruiskade e os clássicos poffertjes perto da Laurenskerk. Ria com os locais enquanto saboreia curry surinamês ou shots de arenque na Markthal antes de terminar com cerveja artesanal numa cervejaria animada. Não é só o que você come, é quem você conhece pelo caminho.
A primeira coisa que me chamou atenção ao sair da Estação Central de Rotterdam foi a mistura de vozes — holandês, turco, algo que eu não consegui identificar — ecoando entre vidro e aço. Nossa guia, Saskia, acenou sorrindo e, antes mesmo de eu me situar, já me entregava um cone de batatas fritas de uma barraquinha que, segundo ela, está ali desde os anos 60. Quentes, salgadas, com uma maionese levemente azedinha que me fez esquecer do ketchup por um instante. Ela avisou para comermos andando (“Calma, tem muito mais vindo!”), e, sério, ela não estava brincando.
Depois seguimos para West-Kruiskade — parecia que alguém tinha derramado todas as cores do mundo numa só rua. Passamos por lojas de especiarias onde o ar cheirava a cardamomo e cebola frita. Em um balcão minúsculo (nem peguei o nome), provamos uns dumplings de Xangai tão suculentos que quase deixei cair no sapato. Li, o dono, riu quando tentei falar “xiao long bao” em mandarim — provavelmente arruinei a pronúncia. Mas me deu um extra mesmo assim. Isso resume Rotterdam: as pessoas simplesmente te acolhem.
Não esperava me emocionar diante de uma estátua (o Gigante de Rotterdam), mas tem algo na forma como os locais falam da força da cidade depois de 1940 que toca fundo. Saskia apontou umas esculturas curiosas ao longo do Westersingel — uma parecia um gnomo gigante segurando algo que lembrava uma ferramenta de jardim? Ela deu de ombros: “Cada um interpreta do seu jeito.” Depois veio queijo e vinho do Porto numa loja de laticínios (o queijo tinha um sabor meio noz e um toque adocicado), seguido por um curry de frango surinamês que deixou meus lábios formigando por quarteirões.
Quando chegamos à Markthal para provar arenque com shots de jenever (essa bebida é forte mesmo), já estava satisfeito, mas ainda tinha espaço para os poffertjes — mini panquecas fofinhas polvilhadas com açúcar. As Casas Cubo pareciam ainda mais estranhas de perto do que nas fotos; cubos amarelos inclinados, parecendo que iam tombar se você espirrasse forte demais. Terminamos numa cervejaria próxima com cerveja artesanal e bitterballen (croquetes crocantes por fora e cremosos por dentro). Ainda lembro do brinde final — todo mundo batendo copos sob a luz inclinada do fim da tarde. Rotterdam não é só comida, arquitetura ou histórias; é como tudo isso se encaixa quando você menos espera.
O passeio passa por vários pontos da cidade com várias paradas para degustação; reserve uma tarde, como se fosse um almoço reforçado.
Sim, duas bebidas estão incluídas junto com as degustações; além disso, você recebe água mineral grátis.
Sim, todas as áreas e superfícies do passeio são acessíveis para cadeirantes.
Você vai experimentar clássicos holandeses como batatas fritas, queijos, poffertjes, arenque, além de comidas de rua asiáticas e sanduíches de curry surinamês.
O ponto de partida geralmente é a Estação Central de Rotterdam.
Sim, tanto a Markthal quanto as Casas Cubo fazem parte do roteiro, com degustações próximas a esses locais.
As degustações equivalem a um almoço reforçado — venha com fome!
Sim, bebês podem ir em carrinhos durante o passeio.
Seu dia inclui degustações generosas por Rotterdam — batatas fritas na Estação Central, petiscos asiáticos na West-Kruiskade, sanduíches de curry surinamês, queijos holandeses com vinho do Porto, frutos do mar na Markthal com shots de jenever, mini panquecas perto da Laurenskerk — e termina numa cervejaria local com cerveja artesanal ou outra bebida, acompanhada de petiscos salgados. Duas bebidas e água mineral estão incluídas durante todo o passeio com seu guia local.


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