Você vai navegar de Mykonos com um grupo pequeno e equipe amigável, parando perto de Delos para fotos e histórias antes de nadar nas águas claras de Rhenia. Aproveite um almoço fresco servido no deck com vinho local enquanto curte o sol e a brisa do mar — tudo com traslado do hotel incluso. Tem algo especial em dividir boa comida e risadas no meio do Egeu.
Sim, o traslado está incluído para hotéis num raio de cerca de 5 km da marina.
Não, há apenas uma parada rápida perto de Delos para fotos e explicações do barco — não desembarcamos na ilha.
Sim, um almoço fresquinho é servido a bordo durante a parada em Rhenia.
Sim, as bebidas, incluindo vinho local, estão incluídas durante todo o passeio.
Sim, há tempo para nadar na enseada de Rhenia e o equipamento de snorkel é fornecido.
Se as autoridades portuárias proibirem a navegação até Delos por causa do tempo, o roteiro muda para explorar a costa sul de Mykonos.
Sim, necessidades alimentares como vegetarianas ou veganas podem ser atendidas se avisadas com antecedência.
Seu dia inclui traslado do hotel nas áreas centrais de Mykonos, todos os custos de combustível e taxas já pagos, uso de equipamento de snorkel se quiser (ou só para flutuar), WiFi a bordo para compartilhar as vistas do mar na hora, além de refeições frescas com frutas da estação e bebidas — incluindo vinho local — servidas por uma equipe profissional antes de te levar de volta ao hotel com conforto.
A Maria nos recebeu na marina com aquele sorriso largo e fácil — tinha um jeito de fazer você se sentir amigo de longa data. Ela passou as instruções de segurança em grego e inglês, mas, pra ser sincero, eu estava mais distraído com o cheiro de protetor solar e café que vinha do cais. Nosso grupo era uma mistura: um casal de Atenas, dois amigos de Berlim e eu, viajando sozinho. O catamarã parecia novo, mas nada formal — almofadas macias, o ar salgado por toda parte. A Maria apontou para as casas brancas de Mykonos enquanto nos afastávamos. “Vê? São como cubos de açúcar”, disse ela. Nunca tinha pensado assim antes.
O mar estava calmo naquela manhã, só um ventinho — típico do Egeu. A gente não chegou a pisar em Delos (avisaram logo), mas chegamos perto o bastante para ver as ruínas antigas com binóculos enquanto a Maria contava um pouco sobre o lugar onde Apolo nasceu. Ela tinha história pra tudo; em um momento tentou ensinar a gente a falar “Kalimera” direito. Eu acabei falando tudo errado — ela riu, eu também. É engraçado como estranhos viram companheiros de viagem quando estão juntos no meio do mar azul.
Rhenia foi onde tudo desacelerou. Ancoramos numa enseada tão transparente que dava pra contar cada pedrinha no fundo. Nadar ali era diferente — a água estava mais fria do que eu esperava, um choque gostoso depois de tanto sol. O almoço chegou direto no deck: peixe grelhado, saladas, frutas, vinho de algum lugar perto (esqueci de perguntar). O sabor do orégano ficou mais na memória que qualquer outra coisa. O pessoal ficou em silêncio por um tempo — só o barulho dos talheres e alguém cantarolando baixinho perto da proa. Às vezes são esses momentos que ficam.
Na volta para Mykonos, passamos pelos famosos moinhos que todo mundo fotografa no pôr do sol. A luz dourada se espalhava pela água e, mesmo já tendo visto fotos antes, ver ao vivo tinha um jeito mais tranquilo. Nada dramático — só... verdadeiro? Depois nos deixaram de volta nos hotéis, ainda com cheiro de sal e limão grelhado. Sempre que o barulho da cidade fica demais, lembro daquele mergulho em Rhenia.

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