Você vai provar doces caseiros no animado bazar de Kutaisi, subir até a Catedral de Bagrati para vistas incríveis e explorar os sanatórios soviéticos abandonados de Tskaltubo com um guia local que traz cada lugar à vida. Risadas com os vendedores, momentos de silêncio nos corredores vazios e um olhar único sobre a Geórgia antiga e moderna — tudo em um dia.
O passeio completo inclui o tempo de transporte entre Batumi, Kutaisi e Tskaltubo — prepare-se para um dia inteiro de aventura.
O tour inclui transporte privado; os detalhes do pickup podem ser combinados no momento da reserva.
Sim, todas as entradas e impostos estão inclusos no valor do tour.
Você vai explorar prédios de spa abandonados com salões de mármore, pátios tomados pela vegetação, mosaicos e ótimas oportunidades para fotos.
Sim, a experiência é adequada para todos os níveis de condicionamento físico conforme as informações fornecidas.
Bebês são bem-vindos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Sim, animais de serviço são aceitos conforme a política do passeio.
Você terá tempo para passear pelo Bazar Verde e experimentar produtos locais durante o roteiro.
Seu dia inclui transporte privado com ar-condicionado saindo de Batumi, todas as taxas de entrada pagas, e um guia local que conhece todos os atalhos entre os pontos históricos de Kutaisi e os sanatórios abandonados de Tskaltubo — além de várias paradas para lanches ou fotos quando quiser, antes de voltar com conforto.
Alguém me oferece um pedaço de churchkhela antes mesmo de eu perceber que já estamos dentro do Bazar Verde de Kutaisi. O lugar tem cheiro de estragão e pão doce, e um burburinho constante ao fundo — vendedores gritando, gente negociando, o barulho do peixe batendo no gelo. Nosso guia, Irakli, conhece todo mundo; ele para para conversar com uma senhora que vende nozes e ela sorri pra gente como se fôssemos velhos amigos. Tento dizer “madloba” direito e ela ri — provavelmente nem cheguei perto. Compramos um queijo com sabor forte e fresco, nada parecido com o que encontro em casa.
A Catedral de Bagrati fica no alto de uma colina acima de Kutaisi. A subida é mais íngreme do que parece (ou talvez seja só impressão minha), mas quando chegamos lá em cima, tudo fica silencioso — só o vento no mato e o som distante de um sino batendo nas pedras. Irakli aponta onde os invasores romperam as muralhas; ele parece orgulhoso, mas também um pouco triste. A vista da cidade é ampla, com telhados vermelhos e colinas verdes. Ainda fico pensando naquela luz entrando pelas janelas antigas.
Depois seguimos para Tskaltubo, que parece uma viagem no tempo. Os sanatórios estão quase engolidos pelas trepadeiras; escadas de mármore que não levam a lugar nenhum, azulejos rachados sob nossos pés. O silêncio é quebrado só pelos pássaros e o som dos nossos passos pisando em cacos de vidro. Tem grafite por todo lado, mas também mosaicos desbotados — dá pra imaginar as pessoas de maiô aqui décadas atrás, rindo ou reclamando da temperatura da água. A gente não fala muito lá dentro, só anda devagar tirando fotos e tentando não incomodar os fantasmas que ficaram.
Na volta, o clima é de sono — o sol passando entre as árvores, cada um perdido nos próprios pensamentos. Alguém abre a janela e dá pra sentir cheiro de grama cortada misturado com um toque metálico vindo dos prédios antigos atrás da gente. Não esperava sentir tanta coisa em um só dia; fica marcado.

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