Entre no Musée d’Orsay com seu guia e fique a poucos centímetros das pinturas impressionistas que só viu em livros. Depois, suba até Montmartre para explorar ruas tortuosas, redutos de artistas e vistas do Sacré-Cœur que fazem você parar no meio do caminho. Prepare-se para histórias, risadas, algumas surpresas e uma conexão real com a Paris que inspirou grandes artistas.
O passeio dura cerca de 5h30, incluindo a visita ao museu e o tour a pé com transporte entre os pontos.
Sim, o transporte privado entre o Musée d'Orsay e Montmartre faz parte do passeio.
O grupo é semi-privado, com no máximo 8 pessoas para uma experiência mais íntima.
Sim, todas as entradas, incluindo a reserva para o Musée d'Orsay, estão inclusas na reserva.
Sim, há tempo para visitar o interior da Basílica Sacré-Cœur durante o tour a pé por Montmartre.
Não, o almoço não está incluído, mas há pausas para você comprar lanches ou café.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos — o passeio é acessível para carrinhos na maior parte do trajeto.
Se o museu fechar ou abrir com atraso superior a uma hora, será oferecida uma alternativa, mas não há reembolso nesses casos.
Seu dia inclui ingressos com entrada reservada para o Musée d’Orsay (sem fila), guia profissional durante o museu e o passeio por Montmartre, transporte privado entre os locais para você não se preocupar com logística, além de tempo dentro da Basílica Sacré-Cœur — tudo em grupo semi-privado de até 8 pessoas para um ritmo mais tranquilo.
“Espera, esse é o original mesmo?” soltei, talvez alto demais, diante do Almoço na Relva, de Manet. Nossa guia Camille só sorriu e assentiu — deve ouvir isso o tempo todo. O Musée d’Orsay impressiona no primeiro contato, com seus salões iluminados e a estrutura de antiga estação de trem. Camille tinha um jeito especial de mostrar detalhes minúsculos e contar histórias curiosas por trás das pinturas (jamais vou olhar o Quarto em Arles, de Van Gogh, da mesma forma). Eu sentia cheiro de madeira antiga e um toque floral no ar — talvez perfume de alguém? O lugar estava movimentado, mas não lotado; nosso grupo era pequeno, então ninguém se perdeu ou ficou para trás.
Depois, embarcamos numa van rumo a Montmartre. Eu sempre imaginei o bairro só com cafés turísticos e lojinhas, mas andar por aquelas ruas íngremes de paralelepípedo mudou minha visão. Ainda tem um pouco da vida real por trás do charme. Camille parou diante de uma porta azul desbotada — “Van Gogh morou aqui”, disse quase de leve, como se fosse normal. Passamos pela Place du Tertre, onde artistas chamavam em francês e inglês (“Retrato? Você tem olhos lindos!”), e entramos no Sacré-Cœur bem quando os sinos começaram a tocar. O ar lá dentro era fresco e tinha um leve cheiro de cera. Minhas pernas já estavam cansadas, mas eu nem ligava — queria absorver cada detalhe estranho e especial.
Acho que o melhor momento foi sentar nos degraus do Sacré-Cœur com o grupo, todos recuperando o fôlego, olhando Paris se estender lá embaixo. Alguém tentou apontar a Torre Eiffel na névoa (não sei se realmente viu). Tinha um cara tocando acordeão por perto — tão clichê que me fez rir, mas também perfeito. Se você curte história da arte ou quer entender como Paris inspirou esses artistas, esse passeio do Musée d’Orsay até Montmartre mexe com a cabeça — você começa a notar cores em tudo depois disso.
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