Seu dia começa com o traslado em Bohol, seguido de um encontro próximo com os tarsiers no santuário, uma caminhada sob as árvores gigantes da Floresta de Bilar, a subida para ver as Chocolate Hills e um banho refrescante nas cachoeiras de Pangas. Espere risadas no almoço com os locais e momentos de pura contemplação — aqui, você não só vê Bohol, você sente Bohol.
A primeira coisa que percebi foi o baque da porta da van se fechando atrás de mim — o ar estava denso e verde, mesmo antes do sol dissipar o nevoeiro da manhã. Nosso guia, Marlon, sorriu e nos entregou garrafinhas de água gelada (que bênção), e partimos de Panglao. Ele conhecia cada curva da estrada de cor. No Santuário dos Tarsiers, ele falou baixinho, quase um sussurro: “Eles estão dormindo agora.” Tentei enxergar um deles enrolado em um galho — aqueles olhos parecem de outro mundo. Mãos minúsculas agarradas na casca da árvore. Sério, até hoje acho difícil acreditar que são animais de verdade.
Passar pela Floresta Artificial de Bilar foi como entrar num túnel de folhas — o sol brincava de esconde-esconde no nosso rosto enquanto cruzávamos com motos e crianças acenando na beira da estrada. Marlon apontou para uma barraca vendendo arroz pegajoso enrolado em folha de bananeira; paramos para um lanche, e não sei o que me deixou mais feliz — o cheiro doce do coco ou a risada do vendedor quando perguntei como comer (“É só morder!”). Depois, as Chocolate Hills. Elas não estão com a cor de chocolate nessa época, mas num tom dourado meio desbotado — ainda assim, estranhamente lindas. Subimos até o mirante (a escada parecia não ter fim) e, sério? O vento lá em cima é selvagem. Dá pra ver aquelas colinas redondas se estendendo até onde a vista alcança. É mais surreal que qualquer cartão-postal.
O almoço foi num lugar simples que o Marlon gosta — cadeiras de plástico, ventiladores girando no teto, pratos de peixe grelhado e noodles pancit com sabor defumado e doce. Todo mundo comeu em silêncio por um momento, menos um cara que tentava dizer “salamat” certinho (Li riu quando eu tentei também). Depois, seguimos por uns dez minutos fora da estrada principal até as cachoeiras de Pangas. A água estava fria o suficiente pra fazer a gente soltar um gritinho, mas tão cristalina que dava pra ver os dedos dos pés nas pedras lá embaixo. Alguns pularam do penhasco; eu só flutuei e ouvi os pássaros lá no alto. No caminho de volta, o silêncio dominou — todo mundo cansado de sol e feliz daquele jeito que só dá depois de passar a tarde toda nadando ao ar livre.
Sim, o traslado do seu hotel ou local de hospedagem está incluso no passeio.
Sim, há uma parada no único Santuário dos Tarsiers de Bohol para ver esses animais de perto.
Sim, o almoço em um restaurante local está incluído no pacote do passeio.
As cachoeiras de Pangas ficam a cerca de 10 minutos de carro da estrada principal.
É recomendado ter preparo físico moderado para caminhadas e escadas.
Sim, todas as taxas de entrada e impostos estão inclusos no valor da reserva.
Bebês são permitidos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Seu dia inclui traslado do hotel ou porto por volta das 8h com transporte com ar-condicionado, todas as entradas para o Santuário dos Tarsiers e o mirante das Chocolate Hills, além de um almoço tradicional filipino num restaurante local antes de relaxar nas cachoeiras de Pangas — tudo organizado para você curtir cada momento sem preocupações.


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