Você vai cruzar o interior verde de Bohol com um guia local que conhece todos os atalhos — e as histórias. Prepare-se para se maravilhar nas Chocolate Hills, encontrar os tarsiers piscando nos galhos, almoçar à beira do rio ao som de música local e escolher seu ritmo nas paradas históricas como a Igreja de Baclayon ou o Monumento do Pacto de Sangue. Nada de pressa — aqui você realmente sente Bohol.
“São eles, viu?” nosso motorista, Jun, apontou pela janela assim que viramos a curva. Eu já tinha visto fotos das Chocolate Hills, mas ali, com o ar carregado daquele cheiro doce de terra molhada, parecia até coisa de outro mundo. Como se alguém tivesse espalhado centenas de trufas gigantes pela paisagem. Tentei contar, mas perdi a conta depois de umas trinta. O sol brincava de aparecer e sumir atrás das nuvens — às vezes tudo ficava dourado, outras só verde sobre verde. Um menino vendia chapéus pequenos de palha para dar sorte; comprei um sem nem pensar se usaria depois.
Na sequência, paramos no santuário dos tarsiers. Confesso que achei que eles seriam maiores, mas esses bichinhos mal cabem na palma da mão (e nem pode tocar). Um deles se segurava num galho e piscava para a gente com aqueles olhos enormes — parecia até que estava julgando minhas habilidades com a câmera. O guia explicou que eles só aparecem quando está tudo silencioso, então todo mundo ficou na maior quietude. O ar parecia mais leve dentro daquele pedaço de floresta. Tem algo estranho em ser observado por um ser tão pequenino e com cara de antigo — me deu uma vontade de proteger eles na hora.
A viagem pela floresta artificial de Bilar foi mais refrescante do que eu esperava — literalmente, mais fresca. As árvores se fecham lá em cima formando um túnel de sombra, com a luz filtrada brincando nos braços. De repente, voltamos ao sol e chegamos ao barco para o passeio pelo Rio Loboc. O almoço já estava servido: peixe grelhado, arroz pegajoso enrolado em folhas, mangas tão maduras que quase desmanchavam ao toque. Um rapaz tocava violão acústico enquanto a gente deslizava pelo rio, passando por famílias nadando nas margens; ele cantava “Bahay Kubo” e todo mundo cantava junto no refrão, menos eu (que só assoviava baixinho). Foi uma sensação leve, sabe?
Jun se ofereceu para parar na Igreja de Baclayon ou no Monumento do Pacto de Sangue na volta — escolhi Baclayon porque queria ver de perto aquelas pedras de coral antigas (e descansar um pouco os pés). A igreja tem um cheiro suave de cera e madeira velha; parece que a história está impregnada em cada parede, se você ficar parado tempo suficiente. Não tivemos pressa em nenhum momento — mesmo sendo um passeio de meio dia saindo de Cebu City ou Panglao, tudo rolou no ritmo certo. Até hoje penso naquela vista das colinas sempre que alguém me pergunta o que mais me surpreendeu em Bohol.
Esse tour privado dura cerca de 5 a 6 horas no total.
Não inclui passagem de ferry, mas o transporte é fornecido após sua chegada em Bohol.
Sim — todas as taxas de entrada estão cobertas no preço do tour.
Sim — um buffet é servido a bordo durante o passeio de barco.
Sim — bebês e crianças pequenas podem ir em carrinho de bebê ou carrinho de passeio.
Você pode escolher visitar um ou ambos como paradas opcionais — é flexível.
É um tour privado com paradas flexíveis, inclui os principais pontos e almoço no Rio Loboc.
Seu dia inclui transporte privado por Bohol com pickup no hotel ou porto após o ferry chegar, todas as entradas pagas para cada parada — das Chocolate Hills ao santuário dos tarsiers — e um almoço buffet de uma hora a bordo de uma jangada coberta deslizando pelo Rio Loboc antes de voltar para seu ponto de desembarque em Tagbilaran ou Panglao.
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