Você vai pedalar do Porto de Cruzeiros de Tallinn, curtindo vistas do mar até o verde do Parque Kadriorg, fazer uma pausa no famoso Song Festival Grounds e terminar explorando a pé as ruas de paralelepípedo do Centro Histórico. Com grupo pequeno e guia local, vai sentir o verdadeiro clima da cidade — e ainda sobra tempo para compras ou só aproveitar a luz do Báltico.
O passeio dura cerca de 3 horas do início ao fim.
Sim, o aluguel da bike e o capacete estão inclusos no preço do passeio.
Você vai visitar o Parque Kadriorg durante o passeio; não há taxa extra para entrar.
Sim, crianças podem participar se acompanhadas por um adulto; assentos para bebês estão disponíveis mediante pedido.
O passeio começa no Porto de Cruzeiros de Tallinn, dentro da área restrita para passageiros de cruzeiros.
Não há transporte do hotel; o ponto de encontro é no Porto de Cruzeiros para passageiros de navios.
O tour acontece em qualquer condição climática; recomendamos roupas adequadas para chuva e vento.
Sim, você terá cerca de 20 minutos livres para explorar ou fazer compras no Centro Histórico.
O passeio inclui aluguel de bicicleta com capacete e colete de segurança, passeio guiado de bike pelo Porto de Cruzeiros de Tallinn até o Parque Kadriorg e Song Festival Grounds, tempo para caminhar e fazer compras no Centro Histórico, além de um refrigerante durante o trajeto antes de voltar ao navio.
“Sabe, os estonianos não têm pressa,” disse Kristjan enquanto me entregava o capacete no Porto de Cruzeiros de Tallinn. Ele sorriu como se tivesse me contado um segredo. O ar trazia um leve cheiro de algas e óleo de motor — nada ruim, só verdadeiro. Tentei ajeitar o banco da bike (por que sempre esqueço como isso funciona?), mas Kristjan não se importou de esperar. Éramos só nove, parecia mais um passeio entre amigos do que um tour.
O caminho até o Parque Kadriorg foi tranquilo — ruas planas e uma brisa fresca vinda do Báltico. O parque me surpreendeu; era início do verão e tudo estava verde, com um toque selvagem nas bordas. Kristjan apontou o antigo palácio de Pedro, o Grande, entre as árvores. “Ele construiu isso para a esposa,” contou, depois deu de ombros, “mas ela não gostou muito.” Rimos disso por mais tempo do que deveríamos. Famílias faziam piquenique na grama e alguém tocava acordeão lá longe — nunca consegui ver de onde vinha.
Depois, paramos no Song Festival Grounds. Ali, Kristjan falou sobre como milhares se reúnem a cada cinco anos para cantar juntos — “É difícil explicar até você ouvir,” disse baixinho. O lugar parecia enorme e tranquilo, quase vibrando mesmo vazio. Seguimos até o monumento Russalka, à beira da água; lembro do cheiro do mar misturado com grama recém-cortada enquanto encostávamos as bikes no banco.
O Centro Histórico foi nossa última parada antes de voltar ao porto. Estacionamos as bicicletas fora das grossas muralhas medievais e caminhamos por vinte minutos — pouco tempo, mas perfeito depois de tanto pedal. Comprei uma corujinha de madeira de uma senhora que falava três línguas melhor do que eu uma só (ela piscou quando tentei falar estoniano). Andando pelas ruas estreitas de paralelepípedo, pensei em como Tallinn consegue ser ao mesmo tempo antiga e cheia de vida. Ainda não sei bem explicar o porquê.

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