Você sai de Granada rumo às colinas selvagens de Zafarraya, se equipa com guias experientes e escala a via ferrata John Hogbin — com tirolesas, pontes e até uma “escada para o céu”. No topo, compartilha um almoço simples com sabores locais e brinda com vista para o vale antes de voltar para casa cansado, mas feliz.
O trajeto tem 550 metros de extensão com 175 metros de subida.
Sim, o transporte privado saindo de Granada está incluso.
Você vai escalar a via ferrata com tirolesas, pêndulo, ponte tibetana, passagem do macaco e escada para o céu.
Todo o equipamento necessário e instrutores especializados estão incluídos para garantir a segurança.
Sim, são servidos petiscos e bebidas no cume depois da escalada.
O passeio é feito em grupos pequenos para um atendimento mais personalizado.
É necessário ter preparo físico moderado; os guias explicam tudo, mas exige esforço físico.
Não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardíacos ou na coluna.
Seu dia inclui transporte privado de Granada até a área de Las Parideras em Zafarraya, todo o equipamento especializado para escalada (capacete, arnês, cordas), guias locais experientes durante toda a via ferrata John Hogbin com tirolesas e pontes, além de um almoço simples com bebidas no cume antes do retorno juntos.
“Você não tem medo de altura, né?” Foi o que o nosso guia José me perguntou enquanto eu tentava ajeitar o arnês em Zafarraya. Dei risada — mas, pra ser sincero, as mãos já estavam suando. A viagem saindo de Granada foi tranquila no começo, com a luz da manhã passando entre os olivais. Quando chegamos em Las Parideras, o ar cheirava a tomilho selvagem e um aroma forte que eu não consegui identificar. Colocamos os equipamentos — capacetes apertados que te fazem parecer um boneco bobblehead — e o José explicou cada mosquetão e polia. Ele tinha um jeito de ensinar que até a passagem do macaco parecia fácil.
A primeira tirolesa me pegou de surpresa — é mais rápida do que parece, vento no rosto e aquele gosto metálico estranho de segurar firme no cabo. Tem um momento no meio da via ferrata John Hogbin em que você para de falar porque só escuta sua respiração e o som dos sinos das ovelhas lá embaixo. A ponte tibetana balançou mais do que eu queria admitir (acho que até soltei umas palavras que minha mãe não aprovaria), mas o José só sorriu e disse pra gente olhar para o vale em vez dos pés. Não esperava gostar daquela parte, mas gostei mesmo.
No topo, sentamos nos degraus de pedra quentinhos comendo presunto salgado e pão — nada sofisticado, mas perfeito depois da subida. Alguém abriu uma garrafa (cava? Nunca perguntei) para um brinde sobre o vale de Zafarraya; sol no rosto, terra sob as unhas. O grupo era pequeno, então todo mundo acabou trocando histórias sem vergonha — um cara tentou me ensinar a pronunciar “pêndulo” em espanhol e desistiu rindo. No caminho de volta para Granada, fiquei pensando naquela vista do cume — e ainda penso às vezes quando vejo montanhas pela janela.

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