Viva a experiência do lendário Old Course de St Andrews com um guia local que traz suas histórias à vida. Você vai caminhar por fairways icônicos, conhecer os lugares onde a história aconteceu, se divertir com as curiosidades da cidade e fazer aquela foto clássica na Ponte Swilcan. Não é só para golfistas — você vai sentir o espírito desse lugar, mesmo sem entender muito de tacos.
O tour cobre os principais pontos do Old Course em St Andrews e geralmente dura entre 1 e 2 horas, dependendo do ritmo do grupo.
Sim, todas as áreas e superfícies deste tour privado a pé são acessíveis para cadeirantes.
Você encontrará seu guia especialista em golfe no Monumento aos Mártires, em St Andrews.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos.
Não, o tour inclui apenas a visão externa do Royal & Ancient Golf Museum.
Sim, há opções de transporte público próximas para facilitar o acesso ao ponto de encontro.
Sim, você vai visitar a Ponte Swilcan e terá tempo para tirar fotos durante o passeio em St Andrews.
Seu dia inclui um guia local especialista que vai te levar pelos pontos mais famosos do Old Course em St Andrews — como a Ponte Swilcan e a vista do Royal & Ancient Golf Museum — com bastante tempo para fotos e histórias pelos fairways icônicos; todos os caminhos são acessíveis para carrinhos e cadeiras de rodas, garantindo conforto para todos.
Sabe aquela sensação de entrar em um lugar famoso e esperar que tudo seja diferente? Foi exatamente assim para mim em St Andrews — encontramos nosso guia bem ao lado do Monumento aos Mártires, e de repente o silêncio tomou conta do gramado, mesmo com estudantes rindo ao longe. O Jamie, nosso guia, tinha um jeito de falar que fazia até o ar úmido parecer parte da história. Ele apontou onde fica o Royal and Ancient Club — até então, eu só tinha visto pela TV. É menor do que eu imaginava, mas parece enorme por toda a história que carrega.
Fiquei distraído várias vezes com o cheiro de algas vindo da West Sands. O Jamie não falava só de golfe; ele contou sobre antigas rivalidades e como os moradores às vezes reclamam dos jogadores que atrapalham o trânsito (agora entendo). Em um momento, ele parou no meio da frase para acenar para alguém do outro lado do campo — aqui, todo mundo parece se conhecer. Ficamos perto do tee 1 e ele explicou por que tanta gente fica nervosa ao começar o jogo com tantos olhos observando. Tentei imaginar e minhas mãos até suaram só de pensar.
O melhor para mim foi caminhar até a Ponte Swilcan. Tem uma mistura estranha de silêncio e emoção — você pode subir para tirar foto, mas quase sente que não deve tocar em nada. Perguntei ao Jamie sobre o famoso lance “Sands of Nakajima” (ele sorriu, disse que ainda sente vergonha quando lembra). Foi quando o vento aumentou, fazendo minha jaqueta esvoaçar nas pernas. Não sei por que isso ficou na minha cabeça.
Terminamos perto do fairway 18, onde algumas pessoas praticavam putts em silêncio, exceto por um cara que assobiava baixinho. Fiquei ali um pouco antes de ir embora — tem algo em ver a história de perto que faz a gente querer ficar mais um pouco, mesmo sem jogar golfe.
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