Você vai caminhar por ruas centenárias de St Andrews com um guia local, explorar os pátios da universidade e as ruínas da catedral, visitar os túmulos de lendas do golfe e terminar na icônica Ponte Swilcan para fotos. Prepare-se para histórias que você não encontra nos guias e momentos que ficam na memória.
Nos encontramos com nosso guia bem no centro de St Andrews, logo na frente do bar novo que o Tiger Woods abriu (confesso que não esperava ver o nome dele por aqui). O ar tinha um leve cheiro de sal do Mar do Norte e algo fritando por perto — talvez batatas? Nosso grupo era pequeno, a maioria tinha vindo pelo golfe, mas alguns, como eu, estavam só curiosos sobre a cidade. O Jamie, nosso guia, tinha um jeito de contar histórias que fazia a gente esquecer que estava num tour. Ele apontou para o St Salvator’s College enquanto passeávamos pela universidade — fundada em 1413, o que ainda parece inacreditável pra mim. Alguns estudantes passaram apressados com aquelas capas vermelhas. Tentei não ficar encarando, mas era impossível; pareciam personagens de filme.
Seguimos para a Catedral de St Andrews — ou o que sobrou dela, pelo menos. As ruínas são enormes de perto, muito mais do que eu imaginava. O Jamie nos mostrou as tumbas do Old Tom Morris e Allan Robertson. Não sou fã de golfe, mas ouvir sobre a vida deles deixou tudo mais real de alguma forma. Teve um momento em que o vento soprou forte e fez as pedras antigas rangerem — parecia que o tempo parou por um instante. Alguém do grupo tentou imitar o sotaque escocês para falar “Morris”; o Jamie riu e desistiu de ensinar. O cemitério estava silencioso, só o barulho das gaivotas no céu.
O caminho até o Castelo de St Andrews passou por lojinhas pequenas e, de repente, você se vê diante de muros que viram muita história (o Jamie falou algo sobre cercos, mas eu me distraí com um cachorro latindo para as gaivotas). Depois, seguimos direto para o Old Course — confesso que não esperava me interessar pela história do golfe, mas estar ali naquele gramado onde tantos campeonatos começaram... mexeu comigo. Cada um tirou foto na Ponte Swilcan enquanto os golfistas nos observavam desconfiados entre as tacadas. Ainda lembro daquela vista pelo campo, o sol aparecendo por um instante entre as nuvens antes de sumir de novo.
O passeio dura cerca de 2 horas, com paradas nos principais pontos como universidade, ruínas da catedral, área do castelo e Old Course.
Não, não é recomendado para quem tem dificuldade para andar ou usa carrinho de bebê ou equipamentos de mobilidade, por causa do terreno irregular.
Não, todos os locais visitados são ao ar livre ou espaços públicos, sem cobrança de entrada.
Você vai atravessar parte do fairway 1/18 durante o jogo, por sua conta e risco; fique atento às bolas de golfe conforme orientação do guia.
Crianças até 5 anos não pagam, mas o passeio não é indicado para menores de 2 anos ou para quem precisa de carrinho por causa do terreno.
O ponto de encontro é próximo ao bar/restaurante novo do Tiger Woods, no centro de St Andrews — os detalhes exatos são enviados após a reserva.
Não — as histórias envolvem tanto lendas do golfe quanto a história da cidade, então tem conteúdo para quem não é fã do esporte também.
Seu dia inclui um guia local que fala inglês, conduzindo você por ruas históricas do centro de St Andrews, passando pelos pátios da universidade, ruínas da catedral, muros do castelo e, por fim, o fairway do Old Course — com tempo para fotos na Ponte Swilcan antes de terminar perto do centro da cidade.
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