Você vai embarcar em um iate privativo perto de Tamarindo com uma equipe local super simpática e curtir uma tarde de snorkel, stand up paddle e pesca pela costa da Costa Rica. Aproveite o almoço feito por chef com open bar enquanto observa a vida marinha ou relaxa no deck. Quando o céu se pinta de cores no pôr do sol sobre Playa Grande ou Papagayo, você vai se sentir ao mesmo tempo em casa e longe de tudo.
Sim, famílias são muito bem-vindas e todas as comemorações podem ser acomodadas.
Sim, todo o equipamento de snorkel é fornecido para os convidados durante o passeio.
Sim, o almoço preparado por um chef mediterrâneo, além de petiscos e open bar, estão incluídos.
O barco atende Tamarindo, Playa Grande, Playas del Coco, Papagayo, Playa Avellanas, Playa Negra e região do Westin.
O iate comporta até 20 passageiros mais 4 tripulantes.
Sim, as opções de transporte para esse tour são acessíveis para cadeirantes.
Você pode pescar na parte de trás do barco com o equipamento fornecido; as capturas variam conforme a estação.
Sim, animais de serviço são aceitos neste passeio privado de iate.
Seu dia inclui uso de equipamento de snorkel e de pesca, além de stand up paddle se quiser; o almoço traz carne cozida lentamente, frango barbacoa, sashimi, saladas frescas, guacamole com chips, legumes com molho de queijo, palitos de pão, frutas tropicais e biscoitos de chocolate; há open bar com refrigerantes, sucos, água mineral, cerveja, rum e coquetéis; opções de pickup estão disponíveis em Tamarindo, Playa Grande, Playas del Coco, Papagayo, Playa Avellanas, Playa Negra e região do Westin, com retorno após o pôr do sol.
Não esperava me sentir tão tranquilo ali — talvez fosse a luz refletindo na água de Tamarindo ou o jeito acolhedor do Capitão Luis, que me cumprimentou como se já nos conhecêssemos. Entramos no Lupo II, sapatos na mão, e logo o cheiro de café fresco vindo da cozinha nos recebeu. Pensei: “Será que isso está mesmo acontecendo?” O barco parecia uma extensão da casa, mas grande o suficiente para que cada um tivesse seu espaço para se jogar ou se apoiar na borda e observar os golfinhos. O sol ainda não estava baixo, mas tudo já tinha um tom dourado.
A guia (acho que se chamava Sofía) me entregou uma máscara de snorkel e sorriu quando hesitei — não sou exatamente um peixe na água. Ela indicou onde pular perto da Playa Grande, dizendo que ali costumam aparecer cardumes de peixinhos azuis. A água estava mais fria do que imaginei, mas tão cristalina que dava para ver meus próprios pés se mexendo. Alguém pescou um pequeno pargo na parte de trás — não fui eu, mas deixaram eu puxar a linha para a foto. Rimos disso por um bom tempo.
O almoço chegou justo quando estávamos secando: carne cozida lentamente, frango barbacoa, algo cremoso com legumes — perdi a conta porque não parava de pegar mais guacamole com chips. O chef (que disse ser da Espanha) preparou sashimi também; Li riu quando tentei imitar o sotaque dele para dizer “gracias”. As bebidas não paravam de chegar — cerveja gelada, depois um drink com rum e frutas que tinha gosto de férias. Já estávamos entre Playa Avellanas e Papagayo, flutuando devagar enquanto o sol começava a se pôr atrás das colinas.
Ainda lembro daquela última hora: sal na pele, biscoitos de chocolate na mão, todo mundo só olhando o céu virar laranja em silêncio. Parecia que o tempo se esticava além do normal. Não sei se foi o open bar ou estar longe da terra com gente boa — talvez os dois.
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