Você vai deslizar pelas águas azuis do Río Celeste com um guia local, vendo bichos-preguiça e pássaros coloridos pelo caminho. Tem momentos de corredeiras rápidas e trechos calmos sob a copa densa da selva. Vai nadar em piscinas naturais (se o tempo deixar), experimentar lama vulcânica e dividir lanches na margem — tudo com equipamento de segurança incluso.
A experiência dura entre uma hora e meia até algumas horas no total.
Sim, é para todos os níveis de preparo físico; assentos especiais para bebês estão disponíveis.
Você pode avistar bichos-preguiça, sapos, borboletas e vários pássaros nas margens do rio.
Sim, o banho está incluído se o clima permitir (sem chuva forte na noite anterior).
Sim, água engarrafada e lanches fazem parte do seu dia de aventura.
Não, todo o equipamento, como coletes salva-vidas e capacetes, é fornecido.
Sim, você estará sempre acompanhado por um guia local que conhece bem o rio.
Não há transporte do hotel incluído; opções de transporte público ficam próximas.
Seu dia inclui todo o equipamento de segurança — coletes salva-vidas e capacetes — além de água engarrafada, lanches na margem após o tubing, toalhas para se secar, lama vulcânica para sorte (e boas risadas), e a companhia de um guia local que conhece cada curva da corrente azul do Río Celeste.
O que mais me chamou atenção foi a cor — aquele azul vibrante do Río Celeste é algo que você não consegue imaginar até ver de perto. Estávamos na margem, capacetes meio tortos, e o guia José sorriu da minha hesitação. Ele tinha acabado de apontar um bicho-preguiça enrolado lá em cima (quase não vi), e logo estávamos na água — pés mergulhados, boias balançando sob nós. A selva parecia tão próxima, como se estivesse observando o que faríamos em seguida.
Tem uma parte onde o rio acelera e você só escuta a água e alguém na minha frente rindo — talvez nervoso, talvez feliz mesmo. O ar tinha cheiro de verde (se é que dá pra explicar), fresco, com folhas molhadas e terra úmida. José ficava chamando nomes de pássaros em espanhol que eu não entendia, mas apontava e eu via flashes de amarelo ou vermelho entre os galhos. Em uma curva lenta, ele me passou um pouco de lama vulcânica para passar nos braços — disse que dava sorte para não cair na água. Minha boia rodou e quase perdi uma sandália ali mesmo.
Não esperava que ficasse tão tranquilo depois das corredeiras — só flutuando, o céu aparecendo entre as folhas, todo mundo em silêncio por um instante, só o coaxar dos sapos por perto. Paramos numa piscina natural para nadar (José conferiu se a chuva da noite anterior não tinha deixado perigoso), e a água estava gelada a ponto de me fazer prender a respiração, mas tão transparente que dava pra ver os dedos dos pés nas pedras brancas no fundo. Os lanches pareceram ainda mais gostosos depois de tanto se molhar. É engraçado o que fica na memória: a risada do José quando tentei falar “mariposa” direito, ou o azul intenso do rio contrastando com minhas mãos sujas de lama.
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