Você vai sentir o ritmo de Medellín nesse pub crawl em rooftops—começando com vistas da cidade e shots de boas-vindas, passando pelos melhores bares e baladas da Provenza com um guia local. Prepare-se para música alta, amizades novas, tentativas de salsa (boas ou ruins), DJs ao vivo e aqueles momentos que ficam pra sempre.
O tour começa no rooftop Los Patios para reservas às 21h30 ou na primeira balada para reservas às 22h30.
Sim, a entrada VIP está garantida em todos os rooftops e baladas do roteiro.
Você recebe drinks de boas-vindas e shots de bebidas locais em vários pontos da noite.
Sim, um guia bilíngue (espanhol e inglês) acompanha o grupo durante toda a noite.
O roteiro inclui vários rooftops e baladas nos bairros El Poblado e Laureles.
Não há transporte específico; a maioria dos locais fica a uma curta caminhada, exceto La Logia em Laureles (7 minutos de El Poblado).
Sim, alguns lugares têm DJs ao vivo, cantores, shows de dança ou artistas internacionais, dependendo da programação.
Sim, é perfeito para fazer novas amizades, seja viajando sozinho ou acompanhado.
Sua noite inclui entrada gratuita em todos os rooftops e baladas listados em Medellín—com drinks de boas-vindas e shots de bebidas locais pelo caminho—e um guia bilíngue que mantém a animação enquanto você curte com o grupo até tarde (ou até de manhã, se quiser).
Quase perdi o começo porque não achava a entrada certa para Los Patios—descobri que tinha duas portas e escolhi a errada primeiro. Nosso guia, Andrés, só sorriu e me chamou do saguão. Ele tinha aquela calma que você quer no início de um pub crawl em Medellín, ainda mais quando você já está suando de nervoso e pelo calor da noite. A cidade lá de cima parecia mágica—luzes por todo lado, reggaeton batendo lá embaixo. Tomamos nosso primeiro shot (aguardente, claro), que queimou e fez todo mundo rir e tossir junto. Foi assim que tudo começou.
Depois, caminhamos pelas ruas iluminadas de neon da Provenza—pra ser sincero, perdi a conta dos rooftops depois do Viajero, porque cada lugar tinha uma vibe diferente. Um tinha um DJ tocando techno tão alto que minha camisa vibrava; outro servia drinks com gosto de flores e cítricos (até hoje não sei o que tinha no meu). O Andrés não parava de apresentar a gente para os locais—parecia conhecer metade dos bartenders—e no Envy, ele fez todo mundo dançar só puxando a galera pro meio da pista. Teve um momento em que alguém me passou uma fatia de limão depois de mais um shot e percebi que meu espanhol melhora depois da meia-noite.
Terminamos na La Logia, na rua La 70—um pouco fora de El Poblado—que parecia mais “de casa” do que qualquer outro lugar. Teve gente dançando salsa como se nascesse pra aquilo; eu só me mexia no ritmo, mas ninguém ligava. Rolavam shows ao vivo, confete caindo do nada, e um cara chamado Felipe tentou me ensinar bachata (falhei feio, mas ele me deu um high-five mesmo assim). Praquela hora minha voz já estava quase sumindo de tanto gritar e rir. É impressionante como, em noites assim, você passa de estranho a amigo rapidinho.

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