Embarque em Protaras para um cruzeiro ao pôr do sol com DJ ao vivo tocando hits dos anos 80 e 90, passando por pontos como Fig Tree Bay e Igreja Agioi Anargyroi, mergulhe nas águas cristalinas da Blue Lagoon e aproveite um churrasco cipriota fresquinho a bordo. Risadas, dança, histórias locais e aquela vontade de que a noite nunca acabe.
O cruzeiro é exclusivo para maiores de 16 anos; pode ser solicitado documento para comprovar idade.
Sim, é servido churrasco cipriota fresco, com frango, batatas fritas, salada de arroz ou massa, pão e tzatziki.
Sim, há uma parada para banho na Blue Lagoon, com equipamento de snorkel disponível para os hóspedes.
Sim, bebidas alcoólicas são vendidas para maiores de 18 anos; não é permitido levar bebidas de fora.
O barco sai de Protaras e passa por atrações costeiras como Fig Tree Bay.
Sim, o WiFi é gratuito durante todo o cruzeiro.
Sim, há banheiros acessíveis por escadas a partir do deck.
Não, os hóspedes devem ir por conta própria até o píer em Protaras.
Sua noite inclui todos os pratos fresquinhos do churrasco cipriota—frango grelhado, batatas caseiras, salada de arroz ou massa—além de pão e tzatziki servidos a bordo enquanto você navega por pontos como Fig Tree Bay e Igreja Agioi Anargyroi. Equipamento de snorkel disponível para as paradas de banho, WiFi durante todo o trajeto e banheiros acessíveis na festa ao pôr do sol exclusiva para adultos no mar.
"Espera, isso é mesmo ‘Rhythm of the Night’?" alguém gritou enquanto nos afastávamos do píer em Protaras. O sol ainda estava alto, mas já com uma luz mais suave, e pra ser sincero, fazia anos que eu não dançava antes do pôr do sol. Nosso DJ—Firee Mike, ele se apresentou piscando—já mandava aquelas músicas clássicas dos anos 80 e 90 que fazem você esquecer que é adulto por um instante. A galera se soltou rápido; talvez fosse a brisa ou só o jeito que todo mundo sorria um pro outro com copos de plástico cheios de algo gelado.
Me apoiei no corrimão enquanto passávamos pela Fig Tree Bay—água parecia até de mentira, tipo filtro turquesa. Li, do nosso grupo, apontou a Igreja Agioi Anargyroi no alto das pedras; dizem que tem uma caverna embaixo onde as pessoas costumavam rezar. O guia deixou a gente chegar bem perto das rochas num momento—eu quase consegui tocar se esticasse o braço (e quase deixei o celular cair). O cheiro de sal no ar misturava com algo sendo grelhado lá embaixo. Nem sabia mais que horas eram; o tempo parecia derreter junto com a música.
Paramos na Blue Lagoon para um mergulho—“água cristalina” nem descreve direito. Peguei o snorkel emprestado e fiquei flutuando enquanto alguns pularam direto na água. Tinha umas cavernas marinhas no Cabo Greco que pareciam esconderijos de pirata (o guia confirmou que eram mesmo), e dava pra ouvir risadas ecoando nas falésias. De volta ao barco, começaram a aparecer os pratos—frango assado, aquelas batatas grossas que todo mundo repetia, salada com um tzatziki azedinho. Tudo parecia ainda mais gostoso com o gosto de sal nos lábios depois do banho.
Em algum momento, Firee Mike entrou no modo disco total e a galera começou a cantar junto—mal, mas ninguém ligou. O céu ficou rosa atrás da Baía de Konnou e tentei tirar foto, mas desisti; nunca fica boa mesmo. No fim, ficamos sentados trocando histórias até atracarmos de novo. Até hoje fico cantarolando aquelas músicas quando faço jantar—é estranho como um cruzeiro ao pôr do sol fica na memória mais do que a gente imagina.

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