Você vai cruzar de Hong Kong para Macau para um dia inteiro explorando ruas históricas, templos cheios de incenso como o A-Má, e pontos animados como a Praça do Senado e o cassino Venetian. Com traslado, ferry, guia local e almoço buffet incluídos, vai provar tradições antigas e sabores novos — saindo com mais perguntas do que respostas (do jeito que a gente gosta).
O passeio dura o dia todo, incluindo os traslados entre Hong Kong e Macau.
Sim, há pickup e drop-off em hotéis selecionados em Hong Kong.
O tour inclui Ruínas de São Paulo, Praça do Senado, Templo A-Má, Estátua de Kum Iam, Macau Tower (entrada opcional) e cassino Venetian.
Sim, almoço buffet em hotel 4 estrelas em Macau está incluso.
Sim, é necessário apresentar passaporte para a imigração entre Hong Kong e Macau.
Sim, o tour é acessível para cadeirantes conforme as informações fornecidas.
A maioria das entradas está incluída, exceto a visita opcional ao deck de observação da Macau Tower.
O retorno é feito de ferry rápido com traslado de volta ao hotel em Hong Kong.
Seu dia inclui pickup em hotéis selecionados em Hong Kong, viagem de ônibus pela Ponte HZM e retorno de ferry rápido (classe econômica), visitas guiadas às Ruínas de São Paulo, Templo A-Má, Estátua de Kum Iam e Praça do Senado, além de tempo no cassino Venetian. Também há almoço buffet em hotel 4 estrelas antes do retorno — com todas as taxas e taxas administrativas inclusas para você só curtir a história (e talvez tentar a sorte).
Alguém me entrega um bilhete enquanto nos esprememos no ônibus em Hong Kong — ainda meio sonolento e mexendo no celular, sinto uma animação silenciosa no grupo. A travessia pela Ponte HZM é quase surreal, água e céu se confundem. Nosso guia, Sr. Cheong, conta que Macau é muito mais que cassinos. Ele aponta barcos de pescadores balançando perto da costa — quase não percebo porque me distraio com a mudança repentina no horizonte: fachadas portuguesas antigas surgindo entre arranha-céus de vidro.
Começamos pelas Ruínas de São Paulo. Está mais movimentado do que imaginei — crianças correndo atrás de pombos, turistas posando em frente à fachada de pedra com guarda-chuvas (o sol está forte). Os degraus estão lisos pelo tempo; alguém ao meu lado comenta que são mais velhos que muitos países. Depois, caminhamos pela Praça do Senado, com seus azulejos molhados da chuva da noite anterior e prédios em tons pastel por toda parte. Compro uma torta de ovo de um vendedor ambulante — crocante, quentinha e na medida certa de doce — e a Li ri quando tento dizer “obrigado” com a boca cheia.
O Templo A-Má é mais tranquilo. O incenso enrola no ar; o cheiro é forte e defumado, com paus espetados em todos os recipientes. É relaxante ver os locais fazendo suas reverências ou acendendo velas — dá para entender por que os marinheiros rezavam aqui antes de zarpar. No almoço (buffet), encho o prato com comidas que não sei pronunciar; alguém na mesa tenta explicar o que é “minchi”, mas desiste no meio e só me diz para comer. Justo.
Depois, paramos na estátua de Kum Iam — bronze brilhando contra as nuvens — e seguimos para a Macau Tower (alguns sobem; eu fico embaixo, porque altura não é minha praia). A vista deve ser incrível; todo mundo desce sorrindo e mostrando fotos. Uma passada rápida pelo cassino Venetian antes de voltar — tudo de mármore e teto com céu falso azul. É barulhento, mas meio hipnotizante.
Não esperava que Macau fosse tão cheia de camadas — pedaços da Europa misturados com o som do cantonês e luzes de neon por todo lado. Quando pegamos o ferry de volta para Hong Kong, minha cabeça está girando (no melhor sentido). Ainda pensando naquela torta de ovo.
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