Deguste vinhos perto de Santiago antes de explorar os murais vibrantes de Valparaíso e sentir a brisa do mar num passeio de barco pelo porto. Depois, caminhe pela praia de Viña del Mar, conheça seu famoso Relógio de Flores e aproveite um tempo para almoçar com vista para o mar. Surpresas sensoriais e momentos que ficam na memória.
O passeio dura o dia todo, incluindo o tempo de deslocamento entre Santiago e as duas cidades.
Sim, o transporte do hotel em Santiago está incluso.
Não, o almoço não está incluído, mas há tempo livre para comer em Viña del Mar.
Sim, há um passeio de barco no porto de Valparaíso com a presença do guia.
A degustação de vinhos no Río Tinto está incluída; taxas de entrada não são mencionadas.
Não, não é recomendado para quem tem problemas na coluna ou saúde cardiovascular fragilizada.
Arte de rua no Cerro Alegre, Plaza Sotomayor, passeio de barco no porto de Valparaíso, caminhada na praia de Viña del Mar e o Relógio de Flores.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado, busca no hotel em Santiago, histórias e guia local, passeio de barco no porto de Valparaíso e parada para degustação na vinícola Río Tinto antes de voltar ao hotel em Santiago.
Logo de cara, percebi como as casas de Valparaíso pareciam se apoiar umas nas outras — como se compartilhassem segredos em todas as cores que você imaginar. Acabávamos de fazer uma rápida degustação de vinhos no Río Tinto (tentei girar a taça como se soubesse o que estava fazendo; a nossa guia, Camila, sorriu, mas não me corrigiu). A viagem desde Santiago tinha aquele silêncio típico do começo da manhã, mas assim que chegamos ao Cerro Alegre, tudo ficou mais vibrante — cachorros latindo, músicos de rua afinando seus instrumentos atrás de um mural de um gato azul. Camila apontou detalhes nos grafites que eu jamais teria notado; ela disse que alguns artistas voltam todo ano para adicionar novas camadas. Gostei dessa ideia.
Andamos pela Plaza Sotomayor, onde pescadores carregavam caixas e soltavam piadas que eu entendia só pela metade. No ar, um cheiro salgado misturado com algo doce — talvez churros? O passeio de barco no porto foi mais simples do que eu esperava (os bancos de madeira rangiam), mas, na real, isso só deixou tudo mais autêntico. Um pelicano pousou bem do nosso lado e ficou só olhando. A cidade vista do mar parecia outra — aquelas casas coloridas empilhadas pareciam uma caixa de lápis de cor derrubada numa colina.
Viña del Mar era mais tranquila. Casais caminhavam de mãos dadas pela praia, crianças corriam atrás das gaivotas perto do Relógio de Flores (que é maior do que parece nas fotos). O almoço não estava incluído, mas achamos um lugarzinho à beira-mar onde pedi empanadas e, provavelmente, pebre demais. É engraçado como a gente se adapta rápido ao ritmo de um lugar — mesmo que seja só um bate-volta saindo de Santiago. No caminho de volta, todo mundo ficou meio quieto. Sol no rosto, gosto de sal ainda nos lábios — até hoje lembro daquela vista dos telhados de Valparaíso quando partimos. Nem sei explicar direito.

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