Você vai sentir a névoa no rosto em Shannon Falls, subir alto na Sea to Sky Gondola e ter horas para explorar as ruas animadas de Whistler Village ou relaxar com um café. Com transporte e guia local, esse passeio de um dia saindo de Vancouver te conecta ao lado selvagem da British Columbia sem preocupações.
O passeio dura o dia todo, com paradas em Shannon Falls, Sea to Sky Gondola, Whistler Village e Porteau Cove antes de voltar para Vancouver.
Sim, o ingresso está incluso, salvo se a gondola estiver fechada para manutenção; nesse caso, o valor do passeio é ajustado.
Você terá cerca de três horas de tempo livre para explorar Whistler Village durante o passeio.
Se alguma atração estiver fechada por manutenção ou clima, o guia organiza alternativas ou reembolsos no local.
Não há refeições completas incluídas, mas você recebe água e uma barrinha de granola; há tempo suficiente para almoçar por conta própria em Whistler Village.
O passeio inclui transporte profissional, mas a busca no hotel depende da reserva — confira os detalhes ao reservar.
Sim! Crianças são bem-vindas, mas menores de 6 anos precisam de assento elevatório conforme a lei local; leve o seu caso vá precisar fora dos dias de ônibus.
A caminhada em Shannon Falls é curta e fácil, mas ônibus acessíveis para cadeirantes precisam de aviso prévio e não são garantidos.
O passeio inclui transporte confortável de Vancouver, água e barrinha de granola durante o trajeto. O ingresso para a Sea to Sky Gondola está incluso (salvo fechamento), e você terá várias horas livres em Whistler Village para almoçar ou explorar antes de voltar passando por Porteau Cove — tudo com um guia que conhece bem a região.
Mal saímos de Vancouver e nosso guia, Raj, já começava a apontar detalhes pelo caminho na Sea to Sky Highway — pequenas ilhas no Howe Sound, uma águia-careca pousada no fio elétrico. É impressionante como a cidade desaparece rápido; um minuto você pensa em cafés, no outro está serpenteando entre montanhas que parecem eternas. Paramos em Shannon Falls e, sinceramente, não esperava que o barulho fosse tão alto — parecia estar ao lado de um trem de carga, só que com ar mais puro. O cheiro era de verde (se é que isso faz sentido), e algumas crianças se desafiavam para tocar a névoa. Eu só fiquei ali, admirando a água caindo pelas pedras e tentando não molhar os sapatos.
Depois, foi a vez da Sea to Sky Gondola. Tenho medo de altura, mas estar dentro daquela cápsula de vidro subindo por cima das copas das árvores foi mais emocionante do que assustador. Raj contou lendas locais dos Squamish enquanto ganhávamos altitude — ele nasceu e cresceu ali, e dá para sentir o amor que tem pelo lugar. No topo, a luz era tão forte que precisei apertar os olhos: céu azul, picos brancos, todo o Howe Sound estendido lá embaixo. Tem uma ponte suspensa também; meu amigo me desafiou a atravessar (fiz, mas as mãos suaram). Ainda deu tempo para um lanche — uma barrinha de granola que o Raj deu — e sentamos num banco para ver as nuvens passarem.
Whistler Village parecia outro mundo — movimentada, mas com um clima aconchegante. Você tem três horas por lá, tempo mais que suficiente se não estiver com pressa. Andei pelas ruas de paralelepípedo, passando por gente falando francês, mandarim, sei lá mais o quê. Tentei agradecer em francês numa padaria (a mulher sorriu educadamente; provavelmente soou estranho). Alguns foram para a Peak 2 Peak Gondola (ingresso à parte), mas eu preferi tomar um café na rua e observar os ciclistas passando velozes. É fácil perder a noção do tempo; quase perdi o ponto de encontro porque fiquei encantado com um filhote de husky amarrado na frente de uma loja.
Na volta, paramos em Porteau Cove para uma última vista — a água estava tão calma que refletia as montanhas de cabeça para baixo. Todo mundo ficou em silêncio por um momento (até o Raj). Essa imagem ficou comigo por mais tempo do que imaginei... às vezes aparece na minha cabeça quando a cidade fica barulhenta.
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