Você vai entrar numa gôndola climatizada para duas voltas lentas sobre Niagara Falls, curtindo uma vista 360° dos dois lados da fronteira e ouvindo histórias pela narração opcional. Veja Clifton Hill brilhando lá embaixo ou identifique pontos turísticos ao longo do rio — é um passeio rápido, mas que deixa uma sensação de leveza por horas.
O passeio dura entre 8 e 12 minutos, completando duas voltas completas.
Sim, todas as áreas e meios de transporte são acessíveis para cadeirantes.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos; há estacionamento para eles.
Sim, cada gôndola oferece narração em áudio opcional.
Apenas animais de serviço têm acesso à bordo.
Sim, o passeio opera dia e noite durante o ano todo, graças à climatização.
A SkyWheel está localizada em Clifton Hill, Niagara Falls, Canadá.
Seu ingresso inclui acesso à maior roda-gigante do Canadá, com gôndolas totalmente fechadas e climatizadas, além de narração em áudio opcional durante o passeio de 8 a 12 minutos sobre Niagara Falls.
Já estávamos quase no topo da Niagara SkyWheel quando percebi como fica silencioso dentro daquelas gôndolas de vidro. Ainda dava para ouvir o som distante das cataratas, mas o que dominava era só a gente, algumas risadas nervosas e o leve zumbido enquanto subíamos sobre Clifton Hill. Nosso guia na entrada — acho que o nome dele era Mark — brincou que as crianças sempre tentam achar o hotel delas lá de cima. Eu também tentei, confesso. A cidade parecia uma miniatura vista dali.
O ar dentro estava fresco, mesmo com o calor pegando lá fora no verão. Tem uma sensação estranha quando você vê as Horseshoe Falls e as American Falls ao mesmo tempo — é como se estivesse flutuando entre dois países por uns minutos. A narração em áudio apontou detalhes que eu nunca tinha reparado (como a curva do rio, uma antiga usina), mas o que mais me prendeu foi ver as pessoas lá embaixo virando pontinhos. Minha amiga tentou tirar uma selfie e quase deixou o celular cair; a gente riu tanto que acho que o barulho chegou até a rua.
Não esperava me sentir tão tranquilo lá em cima. Talvez seja por estar isolado daquele barulho todo de Clifton Hill — luzes piscando, sinos de fliperama, alguém vendendo doce no canto. Quando descemos, tudo parecia mais alto e mais brilhante do que antes. Ainda fico pensando naquela vista ao anoitecer, quando a promenade inteira começou a se iluminar lá embaixo, parecendo um jogo de tabuleiro ganhando vida.

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