Você vai atravessar as paisagens mais selvagens do Canadá com um guia local que sabe exatamente qual lago muda de cor e por quê. Prove vinhos do Okanagan, pise no gelo milenar do Columbia Icefield, respire fundo nas águas azuis de Moraine Lake e veja o sol se espalhar sobre Banff da cabine da gôndola — tudo com refeições, hotéis e entradas inclusas.
O tour tem duração de 4 dias e 3 noites, começando e terminando em Vancouver.
Sim, o tour inclui hospedagem confortável todas as noites ao longo do trajeto.
Sim, ambos os lagos fazem parte do roteiro — o acesso a Moraine Lake é sazonal (de junho a meados de outubro).
Se você escolher essa opção na reserva, inclui 2 cafés da manhã, 3 almoços e 2 jantares.
Você vai andar no Ice Explorer sobre a geleira e fazer a experiência Skywalk.
Sim, há transporte de ida e volta em hotéis em vários pontos de Vancouver.
Crianças podem participar; menores de 6 anos precisam de cadeirinha conforme a lei (exceto nos dias de viagem de ônibus).
Se estiver fechado (fora de junho a meados de outubro), o tempo extra será aproveitado em Lake Louise.
Seu roteiro de quatro dias inclui pickup no hotel em Vancouver, todas as taxas de entrada nos parques nacionais, passeios na Banff Gondola e no Columbia Icefield Explorer com acesso ao Skywalk, hotéis confortáveis todas as noites (quartos para até quatro pessoas), a maioria das refeições se selecionadas na reserva — incluindo uma degustação de vinhos do Okanagan — e um guia local que cuida de todos os detalhes durante o percurso.
Logo ao sair de Vancouver, já estávamos trocando histórias com nosso guia — ele cresceu perto de Kelowna e tinha um jeito de mostrar detalhes que a gente nunca notaria sozinho. A primeira parada foi numa vinícola no Vale do Okanagan (acho que se chamava Grizzli?), onde provei vinho de gelo pela primeira vez. É tão doce que quase arrepia a língua. O ar tinha cheiro de uvas e grama aquecida pelo sol. No Lago Kalamalka — o “que muda de cor” — a água realmente mudava do azul para o verde dependendo do ângulo. Tirei umas vinte fotos, mas nenhuma conseguiu captar direito.
A estrada pelo Glacier e Yoho é longa, mas não cansativa; a paisagem vai mudando aos poucos, as montanhas ficam mais afiadas e a neve começa a aparecer nos picos. O guia pediu para ficarmos de olho nas cabras montesas, mas eu estava mais ocupado admirando o Crowfoot Glacier (que é enorme). A parte do Columbia Icefield foi incrível — pisar naquele gelo antigo com o vento gelado batendo nos tornozelos. Tem um momento em que você desce do Ice Explorer e tudo fica silencioso, só o som das botas na neve. Não esperava me sentir tão pequeno ali.
Banff é animada, cheia de gente de todo lugar. Pegamos a Banff Gondola logo cedo — meus ouvidos estouraram no meio do caminho — e lá do alto dá para ver seis cadeias de montanhas se você apertar os olhos entre as nuvens. Almoçamos no vilarejo de Lake Louise, algo simples, mas gostoso (sopa e pão), depois descemos até o próprio lago. A água tem aquele tom turquesa surreal; alguém comentou que parecia Photoshop, mas é só a lama glacial mesmo. Mais tarde, em Moraine Lake, uns corvos pulavam perto das pedras — um até tentou roubar o sanduíche de alguém — e eu ri mais do que devia.
O último dia de volta para Vancouver foi mais tranquilo — talvez todo mundo estivesse cansado ou só absorvendo tudo. Passamos numa fábrica de ginseng em Kamloops (o cheiro é doce e terroso) e demos uma volta rápida por Hope antes de encarar o trânsito da cidade. Quatro dias não bastam para essas montanhas, mas sempre que vejo fotos das Bow Falls ou daquela vista do Sulphur Mountain, lembro do frio que fazia nas minhas mãos segurando o celular lá em cima.
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