Você vai pilotar seu próprio buggy 1000cc pelo deserto do sul de Sal Island, guiado por um local. Sinta a adrenalina na Kite Beach, veja as vistas lunares de Serra Negra e acompanhe as ondas na costa vulcânica de Ponta Preta. Inclui transporte do hotel e todo o equipamento — só traz sua vontade de aventura.
O passeio de buggy dura cerca de 2 horas do começo ao fim.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluído na sua reserva.
Sim, cada buggy comporta até duas pessoas por reserva.
É preciso ter pelo menos 18 anos e apresentar carteira de motorista válida e original.
Esse passeio não é recomendado para crianças menores de 6 anos.
Recomenda-se usar sapatos fechados para garantir a segurança durante o passeio.
Uma garrafa de água está incluída no pacote do tour.
O grupo pode ter até 16 pessoas por saída.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Santa Maria ou regiões próximas, uso de buggy automático 1000cc (com espaço para duas pessoas), equipamentos de segurança como macacão, capacete, cinto e óculos fornecidos pelo guia local, além de água mineral durante o trajeto. Tudo isso para duas horas explorando a costa selvagem do sul de Sal.
“Você já pilotou um desses antes?” nosso guia sorriu, entregando as chaves do buggy. Eu ri — pra ser sincero, nunca tinha, mas será que era difícil? O capacete ficou bem ajustado e o motor ronronava sob mim, uma sensação meio empolgante. Partimos em um pequeno comboio, a poeira levantando atrás enquanto deixávamos Santa Maria. As salinas brilhavam ao sol, e no ar havia um leve cheiro de minerais — quase metálico. Eu não parava de olhar para o lado, para meu amigo, e os dois estávamos sorrindo feito bobos.
A Kite Beach apareceu rápido — dava pra ouvir o estalo das pipas antes de vê-las. Mesmo em junho, alguns corajosos cortavam as ondas em ziguezague. Nosso guia, Paulo, apontou onde as tartarugas cabeçudas vêm para nidificar quando o lugar está mais calmo. Ele disse que, se voltássemos à noite no verão, talvez pudéssemos vê-las subindo a areia. Tentei imaginar aquilo: todos aqueles rastros pequenos sob o luar. O vento aumentou ali, jogando areia contra meus braços — não doía, mas era um choque que despertava.
Depois seguimos para Serra Negra. Pedras negras por todo lado — de perto parece mesmo a superfície da lua. Paulo contou que os locais chamam aquilo de “o gigante adormecido”. Do topo, a vista é de tirar o fôlego: dunas que se perdem no mar de um lado, praia deserta do outro. A Baía de Murdeira foi a próxima parada — uma rápida para fotos com a Montanha do Leão ao fundo (se você apertar os olhos, realmente lembra um leão). Ponta Preta foi o último ponto; ondas fortes batendo na areia vulcânica preta. No inverno, surfistas vêm de todos os cantos para essas ondas; agora, só nós e um pescador remendando sua rede, acenando quando passamos.
Não esperava sentir tanta energia só pilotando — talvez seja o ar aberto e o cheiro do mar. Ou talvez eu não esteja acostumado a ver tantas cores mudando tão rápido: areia dourada, pedra preta, água turquesa, e tudo de novo. Na volta, meus sapatos estavam cheios de areia e meu cabelo todo arrepiado por causa do capacete, mas não conseguia parar de sorrir. Ainda lembro daquela vista de Serra Negra às vezes... sabe como é?
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?