Você vai decolar da Floresta da Tijuca, sobrevoar pontos famosos do Rio como o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor, e aterrissar na praia de São Conrado. Inclui vídeo do seu voo para reviver esse salto incrível no ar — acredite, fica marcado.
O voo dura cerca de 10 a 15 minutos, mas reserve um tempo extra para preparação e checagem de segurança.
A decolagem é na Floresta da Tijuca, com vista para a Mata Atlântica ao redor da cidade.
Não, o transporte do hotel não está incluso, mas pode ser organizado depois da reserva por um custo extra.
O time é liderado por Konrad Heilmann, piloto campeão mundial, acompanhado por instrutores certificados.
Você verá a favela da Rocinha, o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor e a orla do Oceano Atlântico.
O voo termina com um pouso direto na areia da praia de São Conrado.
Sim, o vídeo é gravado pela GoPro na frente; as imagens normalmente são baixadas no seu celular depois.
Sim, pessoas acima de 100kg não podem voar de asa delta; o parapente pode ser uma alternativa.
Seu dia inclui todo o equipamento e checagem de segurança com instrutores certificados liderados por um piloto campeão mundial; decolagem na Floresta da Tijuca; voo sobre os principais pontos do Rio; pouso suave na praia de São Conrado; além do vídeo em GoPro para você guardar. Traslados não são padrão, mas podem ser organizados após a reserva.
Tem um segundo, bem antes de decolar da beirada da Floresta da Tijuca, que meu coração deu uma piscada estranha — não era medo, mais parecia meu cérebro tentando acompanhar o que meu corpo já estava fazendo. Konrad, nosso instrutor de asa delta (ele já ganhou vários campeonatos, mas só sorriu quando perguntei), conferiu as tiras de novo e falou algo em português que eu finji entender. O vento tinha cheiro de verde e umidade, como folhas amassadas depois da chuva. Aí a gente correu — ou melhor, ele correu e eu meio que tropecei — e de repente o chão desapareceu.
Não esperava que fosse tão silencioso lá em cima. O barulho da cidade sumiu, dando lugar a um silêncio que parecia um sussurro acelerado, quase como estar debaixo d’água. Passamos por trechos da Mata Atlântica tão densos que pareciam pintados. Konrad apontou a Rocinha lá embaixo — aquelas casas coloridas todas amontoadas — e, ao longe, o Pão de Açúcar aparecendo por trás de uma névoa. Ele tentou mostrar o Cristo Redentor, mas eu estava mais ocupado tentando não deixar o queixo cair (nem o celular). Em um momento ele riu porque eu esquecia de olhar para a GoPro presa na frente da gente.
O que realmente me surpreendeu foi o pouso: a praia de São Conrado chegando rápido, a areia branca se estendendo como se estivesse esperando por nós. Meus pés tocaram a areia macia e fria, meio bambos, mas principalmente vibrando com aquela sensação única de ter voado sobre o Rio de Janeiro de verdade. Tinha uns moradores por perto que bateram palmas quando pousamos — não sei se era pra gente ou pra um amigo que tinha chegado antes, mas foi legal do mesmo jeito.
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