Jungle Amazônica: Pesca de Piranha e Aldeia Indígena
Trilha na selva de Manaus, botos e vida na aldeia em dois dias
Explore a verdadeira selva amazônica perto de Manaus, pesque piranhas em canoa, nade com botos-cor-de-rosa e acorde cedo para o nascer do sol sobre águas enevoadas. Visite uma aldeia indígena para conhecer suas tradições e compartilhe o almoço em um restaurante flutuante antes de navegar por vitórias-régias gigantes e casas flutuantes: uma experiência que fica na memória muito depois de ir embora.
Roteiro passo a passo
Dia 1: Explore o Rio Negro e Trilha na Selva
- Transfer do hotel em Manaus
- Viagem de uma hora para oeste até Cachoeira do Castanho
- Embarque em canoa motorizada
- Trilha na selva de 2h30 com guia
- Almoço na casa flutuante
- Relaxar e nadar após o almoço
- Visita à plataforma de pesquisa dos botos-cor-de-rosa
- Passeio de canoa pelo rio Negro
- Parada para pesca de piranha
- Assistir ao pôr do sol no rio
- Observação noturna de jacarés
- Jantar e pernoite na pousada
Dia 2: Rio Amazonas, Aldeia Indígena e Maravilhas
- Passeio de barco ao nascer do sol
- Visita à aldeia indígena com apresentação cultural
- Banho em praia regional (sazonal)
- Almoço em restaurante flutuante no parque ecológico
- Caminhada pela floresta alagada para ver vitórias-régias
- Visita à vila flutuante no Lago do Catalão
- Alimentar pirarucus gigantes na fazenda de peixes
- Ver o fenômeno do Encontro das Águas
- Retorno a Manaus passando por portos industriais e pesqueiros
- Chegada e desembarque no hotel por volta das 17h
O que está incluído
Seu passeio inclui transfer do hotel em Manaus, todos os trajetos de barco pelos rios Negro e Amazonas, trilha guiada na selva com explicações sobre plantas medicinais, equipamento para pesca de piranha (com ajuda!), encontro próximo com botos-cor-de-rosa, todas as refeições do almoço do primeiro dia até o almoço do segundo, incluindo jantar e café da manhã na pousada com redes mosquiteiras, visitas a aldeia indígena, além de entrada em parques ecológicos ou vilas flutuantes conforme a estação, retornando ao hotel por volta das 17h.
Horários
Próxima saída: 3 mai. 2027
12 com saídas em breve ›Antes de reservar
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Preços e horários atualizados hoje
Avaliações de viajantes
A experiência
Acordei com aquela sensação pegajosa típica do clima tropical, sem saber se era suor ou só o ar úmido mesmo. O passeio de barco saindo de Manaus já tinha grudado minha camisa nas costas, mas eu nem ligava: acabávamos de deixar a cidade para trás e deslizávamos por um emaranhado de verde numa canoa que parecia ter visto mil amanheceres. Nosso guia, Paulo, me entregou um pedaço de casca de árvore para cheirar. “Medicinal”, disse ele. O cheiro era forte e terroso, quase como gengibre, só que mais selvagem. Ele sorriu quando perguntei se realmente funcionava: “minha avó jura que sim”. Tentei não tropeçar numa raiz enquanto o seguimos para mais fundo na floresta amazônica.
A trilha estava enlameada (Paulo já tinha avisado), e meus sapatos faziam barulho a cada passo. Não vimos macacos (eles são espertos demais para aparecer para turistas), mas os pássaros faziam barulho suficiente para encher dez florestas. O almoço na casa flutuante era simples, mas saboroso: peixe grelhado, arroz, feijão e macarrão tudo junto no prato. Alguém pulou na água para nadar. Eu fiquei só observando o rio mudar de cor conforme as nuvens passavam. Depois, visitamos os botos-cor-de-rosa. Eles são maiores do que eu imaginava (quase desajeitados de tão grandes), e se movem com tanta suavidade que você esquece da força deles até um deles roçar sua perna na água. Ainda lembro desse momento às vezes.
Depois veio a pesca de piranha. Descobri que sou péssimo nisso (Paulo riu quando perdi a isca de novo), mas alguém conseguiu pegar uma e mostrou os dentes para a gente ver. O pôr do sol no Rio Negro é mais tranquilo do que eu esperava: não silencioso, mas de um jeito mais suave. À noite, dormimos numa pousada com redes mosquiteiras sobre camas que rangiam. Era simples, mas parecia o lugar certo depois de tanta natureza selvagem lá fora.
No segundo dia, acordamos antes do sol nascer para um passeio de lancha enquanto tudo ainda estava meio azul e sonolento. Pássaros voaram assustados das árvores quando passamos, e quando chegamos à aldeia indígena, eu já estava completamente acordado. As pessoas ali se moviam com uma calma confiante. A língua deles soava musical, mesmo que eu não entendesse nenhuma palavra. Tinha artesanato estendido em panos no chão (leve dinheiro se quiser comprar algo) e crianças espiando a gente com timidez pelas esquinas.
Depois paramos num restaurante flutuante para almoçar (dessa vez com mais opções, até pratos vegetarianos para quem precisar), e caminhamos por passarelas sobre a floresta alagada para ver as gigantescas vitórias-régias, que pareciam pratos verdes flutuando na água escura. No caminho de volta para Manaus, vimos casas equilibradas sobre troncos na vila flutuante do Lago do Catalão e, por fim, assistimos os dois rios correndo lado a lado sem se misturar no Encontro das Águas. É impressionante o quanto você sente em apenas dois dias aqui. Talvez seja por isso que tanta gente volta.
Compare as 12 alternativas












Perguntas frequentes
Em quais idiomas há guia?
Guia ao vivo em inglês, espanhol e português.
O transfer do hotel está incluído neste tour noturno na Amazônia?
Sim, o transfer do hotel em Manaus está incluído no início do passeio.
Que tipo de acomodação é oferecida durante a noite?
Você ficará em uma pousada simples, com camas protegidas por redes mosquiteiras e banheiro privativo.
As refeições estão incluídas durante o tour na selva?
Incluem jantar no primeiro dia e café da manhã no segundo. Os almoços são servidos em casas ou restaurantes flutuantes locais.
Há opções para vegetarianos nas refeições?
As refeições principais incluem arroz, feijão, macarrão e algumas opções vegetarianas, principalmente nos restaurantes flutuantes. Em alguns momentos as opções podem ser limitadas.
A pesca de piranha é segura para iniciantes?
Sim, o guia ensina como pescar com segurança e cuida da remoção das piranhas dos anzóis.
Que animais podemos ver durante o passeio na Amazônia?
Você pode avistar pássaros, botos-cor-de-rosa, jacarés, piranhas e ouvir muitos outros animais escondidos!
Qual o nível de esforço físico deste tour noturno na Amazônia?
É recomendado ter preparo moderado: espere trilhas enlameadas e bastante embarque e desembarque de barcos.
Existem banheiros disponíveis durante as atividades?
A pousada tem banheiros privativos. Em outras paradas pode haver instalações básicas ou nenhuma durante as trilhas e passeios de barco.
Quando é a temporada de chuvas em Manaus e região amazônica?
A temporada de chuvas vai mais ou menos de outubro a julho: espere trilhas mais enlameadas e mais mosquitos nesse período.
Jungle Amazônica: Pesca de Piranha e Aldeia Indígena
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