Você vai preparar a massa tradicional de waffle de Bruxelas com cerveja local, provar três cervejas belgas clássicas enquanto troca histórias com o guia, e cozinhar quantos waffles conseguir comer — as coberturas são variadas e liberadas à vontade. Prepare-se para risadas, dedos grudados e talvez uma nova paixão pelo café da manhã (ou sobremesa) belga. E pode apostar, o cheiro vai ficar na sua memória.
Sim, a atividade pode ser totalmente adaptada para veganos mediante solicitação.
A oficina inclui a degustação de três cervejas tradicionais belgas.
Bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos.
Não são oferecidas cervejas sem glúten nesta oficina; confira a aula tradicional de waffles para opções sem glúten.
Sim, todo o equipamento necessário para a preparação está incluído.
Se você comer mais de nove waffles durante a oficina, será coroado campeão!
Sim, há opções de transporte público próximas ao local da oficina.
Não precisa levar nada; tudo é fornecido, incluindo café ou chá.
Seu dia inclui todo o equipamento para preparar waffles de Bruxelas com cerveja na massa, acesso ilimitado às coberturas doces, degustação de três cervejas belgas tradicionais (com opções sem álcool se solicitado), além de café ou chá cortesia — tudo para você comer quantos waffles quiser antes de voltar a explorar Bruxelas.
O que me chamou atenção logo de cara foi o cheiro — aquela massa quente e fermentada misturada com o aroma forte e quase herbáceo da cerveja belga. A nossa anfitriã, Sophie, me entregou uma colher de pau e sorriu. “Você vai pegar o jeito rapidinho”, disse ela, e, pra ser sincero, eu não tinha tanta certeza. Misturar cerveja na massa do waffle parecia estranho no começo (estou acostumado a beber, não a cozinhar com ela), mas ela explicou que essa é a forma mais tradicional aqui em Bruxelas. Gostei disso — parecia que estávamos fazendo do jeito certo, não só pra aparecer.
Enquanto a massa descansava (aparentemente precisa de um tempo pra fermentar), sentamos em volta de uma mesa comprida e provamos três cervejas belgas diferentes. Uma era tão azeda que fez minha cara se contorcer — acho que até fiz todo mundo rir — e outra tinha um sabor quase de pão. Sophie contou histórias sobre cada cervejaria; ela manjava do assunto, mas sem parecer um livro didático. Teve até um momento em que alguém perguntou se dava pra fazer waffle vegano — ela confirmou que sim, que eles também oferecem essa opção. Tudo rolava de forma bem tranquila, sem pressão pra sair perfeito.
Fazer os waffles foi mais bagunçado do que eu esperava. As máquinas chiavam e soltavam vapor pra todo lado; queimei o dedo (só um pouco) tentando virar um waffle cedo demais. Aí foi só montar o prato com chantilly, calda de chocolate, morangos — teve gente que até colocou cerveja por cima, só de brincadeira. Tem um desafio rolando: quem comer mais de nove waffles vira campeão. Eu mal consegui quatro antes de desistir (como é que fazem nove?). O ambiente estava cheio de risadas e tilintar de copos, mas por um instante fiquei só olhando a luz entrando pela janela, a poeira dançando sobre as pilhas de waffles dourados.
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