Você vai entrar sob as icônicas velas do Sydney Opera House para um tour guiado intimista antes da chegada das multidões, ouvindo histórias que só os locais conhecem. Depois, aproveite um jantar de dois pratos com vinhos australianos no Bennelong ou Midden, enquanto o crepúsculo toma conta de Circular Quay. Risadas, sabores reais e momentos pequenos que vão ficar na memória muito depois de você voltar pra casa.
O tour guiado dura 1 hora, seguido de um jantar com reserva de 2 horas.
Sim, a experiência inclui uma refeição de dois pratos com vinhos ou cervejas australianas harmonizadas.
O encontro é no The Lounge, no andar superior perto da bilheteria dentro do Sydney Opera House.
Sim, você pode escolher entre Bennelong (interno) ou Midden by Mark Olive (ao ar livre).
Seu jantar inclui dois vinhos ou cervejas harmonizados por pessoa.
O tour guiado envolve mais de 200 degraus; recomendamos usar calçado confortável.
O encontro é às 16h15; o tour VIP começa às 16h30.
Sim, há opções de transporte público próximas ao Sydney Opera House.
Sua noite inclui um tour guiado intimista de uma hora pelo Sydney Opera House com guia em inglês, seguido de um jantar de dois pratos no Bennelong ou Midden by Mark Olive — com dois vinhos ou cervejas australianas harmonizados por pessoa — começando com uma recepção amigável perto da bilheteria antes do crepúsculo em Circular Quay.
Quase tropecei na minha própria empolgação (e nos degraus — que são muitos) quando finalmente chegamos ao The Lounge no Sydney Opera House. Sempre tinha visto aquelas velas brancas de longe, mas estar debaixo delas, esperando nosso guia aparecer, foi diferente — parecia estar nos bastidores de um segredo enorme. Nosso guia, Tom, nos recebeu com um sorriso que mostrava que ele já tinha feito isso mil vezes, mas ainda amava. Ele apontou detalhes minúsculos nos azulejos que eu nunca tinha notado nas fotos; eles não são exatamente brancos de perto, mais um tom de creme e bege, e dava para sentir a brisa do mar passando pelas frestas. O cheiro era uma mistura leve de sal e algo doce vindo de um dos restaurantes lá embaixo.
O tour durou só uma hora, mas foi cheio de histórias — sobre arquitetos debatendo acústica, artistas que se perdiam naquele labirinto de corredores (eu também me perderia). Espiamos teatros vazios onde dava para quase ouvir os aplausos da noite anterior ecoando. Em um momento, Tom parou perto de uma janela com vista para Circular Quay, justo quando o apito de uma balsa soou — ele disse que essa é a parte favorita do dia dele. Agora entendo. Tem algo naquela vista ao entardecer que faz você querer ficar ali parado, deixando a mente viajar.
Depois, ele nos acompanhou até nossa mesa no Bennelong (você pode escolher o Midden se preferir jantar ao ar livre — quem sabe na próxima). Não sou muito de vinho, mas a harmonização fez tudo parecer mais vibrante; meu prato principal estava quase bonito demais para comer. A conversa foi do jantar ao que acabávamos de ver — tentei falar “Opera House” com meu melhor sotaque australiano e arrancou risada do garçom (não sei se foi boa ou ruim). Ainda penso naquela primeira mordida da sobremesa, olhando as luzes do porto começando a brilhar. Tudo parecia especial, sem ser formal ou exagerado — só Sydney sendo ela mesma.
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