Você vai remar no último rio selvagem da Europa com guias locais certificados que te recebem como se fosse da família. Prepare-se para risadas, mergulhos e momentos de paz enquanto desliza por paisagens intocadas perto de Permet. Inclui todo o equipamento, transporte privativo até a margem e a chance de nadar se estiver com coragem — além de histórias compartilhadas com chá no final.
Sim, essa aventura é perfeita para iniciantes, famílias e grupos que querem uma introdução segura ao rafting.
Sim, todos os passeios são conduzidos por guias locais certificados que garantem a segurança e dão todo o suporte.
O transporte privativo do centro de rafting em Permet até o início do rio está incluso.
Sim, a empresa fornece todo o equipamento necessário para rafting ou caiaque.
Bebês devem ficar no colo de um adulto; animais de serviço são permitidos no passeio.
Sim, o transporte é acessível para cadeirantes e há transporte público próximo.
O passeio completo dura algumas horas, incluindo briefing, transporte, rafting e retorno.
Sim, há trechos calmos no rio Vjosa onde é possível nadar.
Seu dia inclui transporte privativo do centro de rafting em Permet até o último rio selvagem da Europa, com todo o equipamento necessário — capacetes, remos, coletes salva-vidas — além de água mineral durante o percurso. Guias locais certificados cuidam da segurança para que você só precise se preocupar em remar (ou nadar), e no final tem chá e histórias no acampamento base.
“Você não está com medo?” Erion sorriu para mim enquanto me entregava o capacete. Dei de ombros — talvez um pouco, mas na maior parte, estava animado. O rio Vjosa parecia mais calmo do que eu imaginava, o sol refletindo na água, mas dava para ouvir a correnteza forte lá embaixo. No centro de rafting em Permet (é só um prédio pequeno, nada de luxo), todo mundo parecia se conhecer — muita conversa animada em albanês rolando solta. Nosso guia explicou tudo em inglês com uma paciência que me fez confiar nele na hora. Ele mostrou como segurar o remo e contou uma piada sobre a primeira vez que caiu na água (“Relaxa, só meu orgulho que se machucou”).
A viagem até o ponto de partida foi rápida — uns 10 minutos, talvez? Com as janelas abertas, dava para sentir o cheiro das ervas selvagens e um aroma doce vindo dos campos. Quando chegamos à margem do rio, parecia que eu tinha entrado em outro mundo. A água estava gelada quando mergulhei a mão (dei um pulo — Erion riu), mas, sinceramente, aquilo me despertou para o que estava por vir. Passar pelos rápidos não foi assustador; parecia mais fazer parte de algo grande e selvagem que não se importa com quem você é. Também teve momentos de calmaria, em que só flutuávamos e observávamos os pássaros voando entre as pedras. Alguém começou a cantar baixinho atrás de mim (acho que foi um dos guias), e isso me fez sorrir.
Eu não esperava nadar, mas eles nos incentivaram — disseram que “traz sorte!” Talvez seja verdade, ou talvez eles só gostem de ver os turistas se atrapalhando na água fria. De qualquer jeito, eu encarei e agora até me gabo disso para os amigos em casa. O passeio durou algumas horas, mas o tempo parecia estranho ali; às vezes passava rápido, outras parecia lento. Voltamos para o centro com chá e histórias para contar (e muita cabeça molhada). Se você está pensando em fazer rafting no Vjosa em Permet — eu ainda lembro como me senti vivo naquele rio.
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