Você vai acordar rodeado pelas falésias de calcário de Halong & Lan Ha Bay, remar de caiaque por lagoas escondidas com guia local, se aventurar na culinária vietnamita (com muitas risadas) e relaxar na sua suíte com varanda privativa. Não é só luxo — é sentir que faz parte desse mundo calmo e único por um ou dois dias.
Ainda lembro do sabor do ar salgado quando embarcamos no Azura Cruise, na Marina de Tuan Chau — parecia spray do mar com um toque floral suave. Nosso guia, Minh, me entregou uma bebida de boas-vindas (gengibre com limão, gelada como pedra de rio) e sorriu quando tentei dizer “xin chào”. O barco era todo em madeira polida e vidro — confesso que não esperava uma sensação tão aberta. Navegamos pela Baía de Halong e, de repente, aquelas ilhas de calcário surgiam por toda parte, flutuando na névoa.
O almoço foi um desfile lento de pratos — principalmente frutos do mar, mas tinha uma delícia enrolada em folha de bananeira que Minh disse ser a favorita da avó dele. Depois de comer, fiquei um tempo na varanda, com os pés balançando para fora. O motor fazia um som suave lá embaixo e de vez em quando alguém ria lá da piscina. Mais tarde, remamos de caiaque na Lagoa Ao Ech; bati várias vezes nas manguezais porque controlar o caiaque é mais difícil do que parece (meu parceiro mandava melhor, mas não ficou se gabando — muito). A água tinha um cheiro meio verde. No pôr do sol, todo mundo se juntou no deck para o happy hour — cerveja local na mão — e tentei capturar aquela luz laranja no celular, mas nunca fica igual.
À noite, depois do jantar (vale destacar o porco caramelizado), participamos de uma aula de culinária onde eu quase estraguei os rolinhos primavera. Li, outra viajante de Singapura, riu tanto que quase deixou os hashis caírem. Depois começou o karaokê, mas saí cedo — queria um pouco de silêncio na varanda, só eu e as ondas escuras da baía lá embaixo. Na manhã seguinte, acordei cedo demais: a luz suave entrava pelas cortinas, alguém já praticava Tai Chi no solário, movendo-se como água. Antes do café, remamos pela Caverna Dark & Bright — o ar lá dentro era úmido e tudo ecoava nas paredes de pedra.
Na hora do check-out, parecia que tínhamos passado mais que uma noite fora. A equipe acenou para a gente na marina — Minh até deu um saquinho de balas de gengibre para meu parceiro levar de volta a Hanoi. É estranho como a gente se acostuma rápido a acordar cercado de água em vez de barulho de trânsito — ainda penso naquele primeiro suspiro do ar do mar ao sair do barco.
O cruzeiro oferece transfer de Hanoi ou Ninh Binh por um custo extra; seu guia ajuda com as malas se reservar.
Você vai remar de caiaque ou passear de barco de bambu em Lan Ha Bay, nadar ou usar a piscina flutuante, participar de aula de culinária vietnamita, e curtir karaokê ou pesca de lula à noite.
Sim — almoço, jantar e café da manhã são servidos no restaurante a bordo.
Sim — o cruzeiro é adequado para famílias; carrinhos de bebê são permitidos e há acessibilidade.
Cada cabine conta com varanda privativa e banheira para maior conforto.
O trajeto costuma durar entre 2h30 e 3h, dependendo do trânsito.
Não precisa ter experiência; os guias dão instruções e coletes salva-vidas são fornecidos.
O check-in na Marina de Tuan Chau é por volta das 11h30; o retorno acontece entre 11h30 e 12h do dia seguinte.
Sua viagem inclui guia em inglês durante todo o passeio, todas as taxas de entrada nas atrações de Halong & Lan Ha Bay, passeio de caiaque ou barco de bambu à sua escolha, acesso à piscina infinita e academia a bordo, além de uma suíte luxuosa com ar-condicionado, varanda privativa e banheira — todas as refeições de almoço até café da manhã antes do desembarque. Também há pesca de lula à noite, sessões de karaokê e aula de culinária vietnamita para completar sua experiência, com opções de transfer de volta para Hanoi ou Ninh Binh se desejar.
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