Você vai explorar túneis antigos na Cidade Subterrânea de Derinkuyu, caminhar à beira do rio Melendiz no Vale de Ihlara, almoçar na vila de Belisırma e ver artesãos de ônix em ação — tudo com transporte e guia local que conhece cada atalho e história. Se quer um passeio de um dia saindo de Göreme que mistura paz e surpresa, esse Green Tour é inesquecível.
O passeio dura o dia todo, começando com o transporte pela manhã e terminando com o retorno ao hotel.
Sim, o almoço está incluso em um restaurante na vila de Belisırma durante o passeio.
O roteiro inclui o mirante de Göreme, a Cidade Subterrânea de Derinkuyu, uma caminhada curta no Vale de Ihlara, almoço na vila de Belisırma, Lago Nar, apresentação em oficina de ônix e o Vale dos Pombos.
Sim, o transporte de ida e volta ao hotel está incluso neste Green Tour em Cappadocia.
A caminhada no Vale de Ihlara é curta e panorâmica, adequada para a maioria dos níveis de preparo físico.
Sim, todos os ingressos para museus e entradas estão cobertos pela sua reserva.
Sim; bebês podem ficar no colo de um adulto ou no carrinho durante os deslocamentos.
Animais de serviço são aceitos neste passeio.
O dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Göreme ou cidades próximas, transporte privado entre os pontos, todos os ingressos para museus incluindo a Cidade Subterrânea de Derinkuyu, taxas de estacionamento durante o trajeto, almoço tradicional à beira do rio na vila de Belisırma (com opções vegetarianas), visita a oficina de ônix com demonstração, além do acompanhamento de um guia local licenciado antes do retorno ao hotel no fim do dia.
Já estávamos quase no meio da estrada sinuosa saindo de Göreme quando nosso guia, Emre, parou para mostrar aquela primeira vista panorâmica. Era cedo, mas a luz estava perfeita — dava para ver cada detalhe nas pedras e aquelas chaminés de fada tão curiosas e quase brincalhonas. O cachorro de alguém latiu para a gente do canto de um campo. Tentei tirar uma foto, mas, sinceramente, não conseguiu mostrar a imensidão do lugar. Emre apontou uma antiga igreja esculpida na rocha — eu teria passado batido se ele não tivesse mostrado. O ar tinha cheiro de poeira, mas fresco, como capim seco depois da chuva.
Cerca de 45 minutos depois, entramos na Cidade Subterrânea de Derinkuyu. “Cuidado com a cabeça,” avisou Emre, sorrindo enquanto nos espremíamos por um túnel que mal tinha a largura dos meus ombros. Lá embaixo estava fresco — quase frio — e um silêncio só quebrado pelo eco dos nossos passos e uma risada nervosa (dessa vez não foi a minha). Ele contou como os moradores se escondiam ali por meses durante invasões; tentei imaginar como seria viver tanto tempo no subsolo. Meu celular perdeu sinal dois andares para baixo e, para ser sincero, nem me importei.
Depois fomos para o Vale de Ihlara — não todo, só um pedaço — o que foi ótimo, porque minhas pernas ainda tremiam depois dos túneis. O som do rio era mais forte do que eu esperava e havia flores silvestres por toda parte ao longo da trilha. Paramos na vila de Belisırma para almoçar à beira da água; truta grelhada com limão e um acompanhamento em conserva que, apesar da aparência, estava delicioso (até hoje não sei o que era). O sol esquentou o suficiente para eu arregaçar as mangas e ficar ali só observando as crianças jogando pedras no rio.
Depois visitamos o Lago Nar (a cor é realmente estranha) e vimos um artesão de ônix fazendo um pingente enquanto a filha dele ria do meu jeito de falar “teşekkürler”. A última parada foi o Vale dos Pombos — centenas de pequenas janelas esculpidas para os pássaros, todas em tons desbotados de rosa e cinza na luz do fim da tarde. A essa altura, todo mundo estava mais calmo; talvez cansado, satisfeito do almoço ou simplesmente absorvendo tudo. Ainda lembro daquele silêncio de vez em quando.
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