Comece sua trilha de um dia no Kilimanjaro cedo, com transporte e guia local saindo de Moshi. Caminhe por trilhas na floresta cheia de macacos, almoce na Mandara Hut e siga até a Cratera Maundi para vistas incríveis — com nuvens ou sem, a sensação é gigante. Volte ao hotel no fim do dia, cansado, mas com o coração cheio de orgulho.
A caminhada total leva de 5 a 7 horas: cerca de 3 a 4 horas até a Mandara Hut e 2 a 3 horas na volta.
Sim, o transporte do hotel está incluso para acomodações até 15 km de Moshi.
É comum avistar macacos azuis, macacos colobus preto e branco, além de várias espécies de pássaros na floresta.
Não é necessário ter experiência; o passeio é indicado para a maioria dos níveis de preparo físico, mas não é recomendado para quem tem problemas de saúde graves.
Sim, você recebe uma caixa de almoço que será consumida na Mandara Hut durante a pausa.
A subida vai de 1.860m no Portão Marangu até 2.700m na Mandara Hut.
Sim, todos os grupos são acompanhados por guias profissionais certificados em montanhismo.
Seu dia inclui transporte privado de Moshi (com busca no hotel se estiver perto), taxas de entrada pagas pelo guia que cuida do registro no Portão Marangu, guia profissional durante toda a caminhada (e, se quiser, um bastão de caminhada), água para hidratar, almoço embalado para comer na Mandara Hut após algumas horas por trilhas na floresta cheia de macacos e cantos de pássaros — e o transporte de volta para o hotel a tempo de curtir o pôr do sol e refletir sobre a aventura.
“Você ouviu isso?” perguntou nosso guia Joseph assim que entramos sob a copa coberta de musgo logo após o Portão Marangu. Era um chamado agudo e ecoante — ele disse que era um macaco azul em algum lugar acima de nós. Mal tinha terminado meu café em Moshi quando já estávamos subindo a estrada rumo ao Kilimanjaro, e de repente lá estava eu, com botas na terra úmida, respirando aquele cheiro intenso de verde que só se sente em uma floresta de verdade. É impressionante como a gente esquece rapidinho dos e-mails e da tela do celular quando está desviando de raízes e tentando ouvir os macacos.
A trilha sobe devagar, mas constante — nada fácil (minhas pernas me lembraram disso na hora do almoço), mas Joseph não parava de contar histórias e apontar plantas com nomes que eu nem conseguia pronunciar. Ele nos falou de alpinistas que tinham passado por ali dias antes, a caminho do cume. Encontramos dois deles descendo, com o rosto queimado de sol, mas sorrindo como crianças. Pareciam cansados e orgulhosos ao mesmo tempo. O almoço na Mandara Hut teve um gosto melhor do que eu esperava — talvez fosse a fome ou o efeito da altitude no paladar? De qualquer forma, lembro até hoje do crocante do meu sanduíche e da água gelada que tomei.
Depois de comer, fizemos uma curta caminhada até a Cratera Maundi. A vista é… enorme. Dá para ver o Quênia se o céu abrir (não foi o nosso caso — Joseph só deu de ombros e disse “na próxima”). Mesmo assim, ficar ali com o vento no rosto e aquele espaço todo lá embaixo faz qualquer problema parecer menor. A descida foi mais rápida; talvez porque meus pés já sabiam o caminho ou porque eu não queria que a aventura acabasse tão cedo.
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