Suba cavernas de calcário no Templo da Gruta do Dragão, ouça os sinos no Pagode Bang Rieng e almoce com vista para os rochedos selvagens da Baía de Phang Nga. Com guia local e grupos pequenos (transporte incluso), você vai conhecer de perto a vida budista — e ainda ter momentos para pausar entre estátuas e incenso antes de voltar.
Vou ser sincero — reservei esse passeio pelos templos de Phang Nga mais por curiosidade. Já tinha visto fotos daqueles rochedos de calcário impressionantes e queria sentir como é estar nos templos tailandeses além dos cartões-postais. Nossa guia, Nok, nos encontrou na recepção do hotel na hora certinha (ela acenou com as duas mãos — já gostei dela na hora). A viagem de van foi silenciosa, só o som dos pássaros lá fora e Nok apontando quais montanhas tinham cavernas. Estava úmido, mas ainda não muito quente.
A primeira parada foi o Templo da Gruta do Dragão. Não esperava que a caverna tivesse um cheiro tão terroso — quase apimentado, por causa do incenso e de algo herbal. Monges de túnicas cor de açafrão preparavam o que Nok disse ser um remédio para colesterol. Ela riu quando tentei pronunciar (“ya tam jai”?) e meu parceiro só balançou a cabeça. Os degraus para subir eram irregulares e escorregadios em alguns pontos; tem uma estátua de um curandeiro chamado Aslath escondida num canto, que parecia metade hindu, metade budista. Minha camiseta grudou nas costas no topo, mas, sinceramente, a vista para a floresta verde lá embaixo me fez esquecer disso por um instante.
O Templo Pagode Baan Rieng fica no topo de uma colina e mistura três estilos — dragões chineses enrolados em pilares dourados, telhados tailandeses e uma torre que lembra um sabre de luz (Nok chamou de “chedi”, não Jedi — foi mal). O Buda dourado é enorme. Tiramos os sapatos e caminhamos pelas azulejos fresquinhos enquanto Nok explicava como o budismo aqui se mistura com histórias antigas da Índia. Teve um momento em que o vento fez os sinos na beirada do telhado tocarem — parecia risadinha, ou talvez só eu que achei.
O almoço foi simples, mas gostoso: legumes refogados, peixe, arroz — nada sofisticado, mas comemos num deck de madeira com vista para a Baía de Phang Nga, com aqueles rochedos de calcário saindo dos manguezais. Às vezes ainda penso nessa vista quando como arroz jasmim em casa. A última parada foi o Templo Manisii Maha Tat, com sua estátua preta de Por Than Klai (ele fazia previsões, e quase sempre acertava). Famílias locais acendiam velas por perto; ninguém nos apressou. Ficamos ali em silêncio por um tempo antes de voltar para a van.
O tour começa por volta das 8h30 com o transporte no hotel e dura praticamente o dia todo.
Sim, o almoço tailandês com vista para a Baía de Phang Nga está incluso no valor do passeio.
Sim, homens e mulheres precisam cobrir joelhos e ombros; shorts e regatas não são permitidos.
O grupo é limitado a no máximo 12 pessoas por reserva.
Sim, o transporte do hotel está incluso na experiência.
O passeio passa pelo Templo da Gruta do Dragão, Pagode Bang Rieng e Templo Manisii Maha Tat.
Água mineral e refrigerantes são fornecidos durante todo o dia.
Crianças são bem-vindas, mas precisam estar acompanhadas por um adulto o tempo todo.
Seu dia inclui transporte do hotel em veículo com ar-condicionado, entrada nos três templos com guia local multilíngue, água mineral e refrigerantes durante o passeio, além de um almoço tradicional tailandês servido com vista para os rochedos de calcário da Baía de Phang Nga antes do retorno à tarde.


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