Você vai pilotar um ATV pela selva de Koh Phangan com um guia local, subindo trilhas enlameadas até mirantes panorâmicos nas montanhas antes de descer por caminhos sinuosos de volta ao acampamento. Prepare-se para risadas, encontros amigáveis pelo caminho e momentos que ficam na memória muito depois da poeira ser lavada.
Seu dia inclui água para hidratação durante todo o passeio, seguro contra acidentes para piloto e passageiro (exceto danos ao ATV), todo o equipamento de segurança necessário, incluindo capacetes, além do acompanhamento de um guia local que conduz grupos pequenos por todas as trilhas. Se quiser, pode solicitar o transfer em qualquer lugar de Koh Phangan; caso contrário, basta chegar no acampamento antes da aventura começar.
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Koh Phangan: Passeio de ATV na Selva com Vista para as MontanhasVocê está aqui★ 4.53 (78)1h30mUS$ 68
Koh Phangan: Passeio Compartilhado por Praias, Cachoeiras e Bar para o Pôr do SolComece seu passeio em Koh Phangan com transporte do hotel, descubra praias tranquilas, nade na cachoeira Than Sadet, faça snorkel em Koh Ma e relaxe em um bar com vista para o pôr do sol. Transporte incluso.★ 4.61 (100)7hUS$ 60Ver › Agarrei o guidão com mais força do que pretendia e segui nosso guia — acho que o nome dele era Somchai — direto para o verde denso da selva de Koh Phangan. O ronco do motor abafava tudo, só dava pra ouvir meu coração por um instante. Acabávamos de fazer uma rápida explicação de segurança (Somchai garantiu que todos soubessem frear e até brincou sobre sua “esposa muito paciente” quando alguém travou a moto), e logo partimos. A lama já começou a espirrar na minha perna quase que na hora — devia ter usado um short mais escuro, pra ser sincero.
A trilha serpenteava entre bananeiras e algumas pequenas plantações onde uma senhora acenou pra gente. Em um momento, um cachorro latiu debaixo de uma sombra e ficou só nos observando passar, como se já tivesse visto tudo aquilo antes. A subida na montanha foi mais íngreme do que eu esperava; senti cheiro de terra molhada e algo doce — talvez gengibre selvagem? Quando finalmente paramos no topo, todo mundo ficou em silêncio por um instante. Dava pra ver o mar de um lado e as colinas do outro, tudo sob uma luz azulada e suave. Somchai distribuiu garrafinhas de água e apontou onde cresceu (“ali, perto daquela curva”, disse ele). Minhas mãos ainda tremiam de tanto segurar firme.
A descida foi meio assustadora, mas também me fez rir — um cara quase escorregou de lado numa poça, mas conseguiu se equilibrar no último segundo. Voltamos pelo campo; crianças sorriam pra gente das varandas de casa. O passeio durou cerca de uma hora e meia, mas pareceu mais longo naquele jeito bom, que faz você perder a noção do tempo. Ainda fico pensando naquela vista lá do alto — e em como meus tênis provavelmente nunca vão ficar totalmente limpos de novo.
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