Você será buscado no hotel em Bangkok e recebido com toalhas frescas e chá de ervas antes de uma massagem tailandesa deep tissue com bálsamo em sala privativa. Sua terapeuta vai acompanhar você o tempo todo — espere acolhimento e um toque de bom humor. No final, aproveite chá e petiscos antes de voltar sentindo o corpo muito mais leve.
Sua experiência inclui transfer privativo de ida e volta dentro de áreas definidas de Bangkok, toalhas refrescantes na chegada, chás de ervas quentes e frios, petiscos leves antes ou depois da sessão, todos os impostos (incluindo 7% de VAT) e roupas confortáveis para o spa, para você não precisar se preocupar em levar nada extra.
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Bangkok: Massagem Tailandesa Deep Tissue com Bálsamo e Transfer GrátisVocê está aqui★ 5.00 (71)1hUS$ 23
Chiang Mai: Massagem Lanna de 2 Horas com Traslado InclusoChiang Mai, massagem Lanna relaxante de 2 horas com transporte privado, chá, petiscos e terapeuta dedicado. Reserve seu momento de spa agora.★ 4.91 (32)2hUS$ 52Ver › Eu nem percebia o quanto estava tenso até o carro me buscar no hotel em Bangkok — sério, quase dormi antes mesmo de chegar. O barulho da cidade ficou distante por um tempo. Quando cheguei, a recepcionista me recebeu com uma pequena reverência e me entregou uma toalha fria e um chá de ervas que tinha um leve aroma de capim-limão. Não sou muito de spa, mas naquele momento foi perfeito deixar alguém cuidar de mim por uma hora.
A terapeuta se apresentou (acho que o nome dela era May) e lavou meus pés com sal — tentei agradecer em tailandês e ela sorriu educadamente, provavelmente segurando o riso. O ambiente estava silencioso, só com uma música suave que parecia o som da chuva caindo nas folhas. Me deram uma roupa de algodão folgadinha para trocar; nada fashion, mas tão confortável que nem me importei. A massagem... bom, não vou mentir, teve momentos intensos (meus ombros ainda agradecem), mas a May sempre perguntava se a pressão estava boa. Ela usou um bálsamo de ervas que deixou uma sensação quente na pele — nada forte demais, só o suficiente para sentir.
Depois, serviram mais chá (dessa vez quente) e um lanchinho — algo doce e mastigável que não consegui identificar direito. Sentado ali meio sonolento, percebi como é raro se sentir realmente cuidado quando se viaja sozinho. O motorista me deixou de volta no hotel sem pressa. Sério, até hoje lembro da leveza que senti ao sair do carro naquela noite.
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