Você vai deslizar pelos canais sinuosos do Delta do Danúbio de barco com um guia local, explorar o Bosque de Letea de jipe safari e a pé (quem sabe até ver cavalos selvagens) e provar um almoço caseiro numa vila tranquila, se quiser. Prepare-se para momentos de paz, risadas com o grupo e um olhar sincero sobre a vida nas águas mais selvagens da Romênia.
Confesso que fiquei um pouco ansioso quando embarcamos no barco em Tulcea — não com medo, mas aquela sensação estranha de estar indo para um lugar que só tinha visto no mapa. Nosso guia, Andrei, brincou sobre o horário cedo (“café é obrigatório aqui!”) e apontou como a névoa se agarrava aos juncos enquanto navegávamos pelo canal. O som da água batendo no casco era surpreendentemente relaxante. Fiquei de olho nos pássaros, mas principalmente me senti pequenininho naquele mar de verde.
Fizemos uma parada para um café em Mila 23 — na real, é uma vila minúscula, mas parecia que todo mundo se conhecia. O cheiro de fumaça de lenha e peixe fritando vinha de algum lugar por perto (nunca descobri quem estava cozinhando). Depois dessa pausa rápida, seguimos em ziguezague por mais lagos — Miazazi, Matita, Merhei — até chegar em Letea. A troca do barco para o jipe safari foi engraçada; nosso motorista sorria enquanto pulávamos por trilhas arenosas, passando por casas pintadas de azul e amarelo desbotados. As crianças acenavam da bicicleta.
O Bosque de Letea me surpreendeu. Não é uma selva densa — mais um emaranhado de carvalhos antigos entrelaçados com cipós, com areia no chão em vez de terra. Caminhamos em silêncio por um tempo; alguém avistou cavalos selvagens ao longe, mas eles dispararam antes que eu conseguisse tirar a câmera (clássico). O ar tinha um cheiro ao mesmo tempo terroso e salgado. Andrei explicou como essas árvores sobrevivem na areia misturada com sal — parecia quase mágico, mas também bem resistente. Tentei falar “Letea” em romeno e errei feio; Li riu tanto que quase deixou a garrafa d’água cair.
O almoço na vila era opcional, mas sério, não deixe de experimentar se curte comida simples feita por quem realmente mora ali. Sopa de peixe, pão caseiro — nada sofisticado, mas perfeito depois de tanto andar. No caminho de volta para Tulcea de barco, tudo parecia diferente com o sol da tarde batendo na água de lado. Ainda penso naquele silêncio entre as vilas — é algo raro de encontrar por aí.
O passeio dura o dia todo, com saída cedo pela manhã; espere voltar para Tulcea no fim da tarde ou à noite.
O almoço é opcional numa casa local na vila de Letea; você decide na hora se quer participar.
Leve capa de chuva, protetor solar, chapéu, óculos escuros e roupas adequadas para a estação.
A idade mínima é 5 anos; os viajantes devem ter preparo físico moderado, pois há caminhadas.
Não há busca no hotel; o ponto de encontro é em Tulcea.
Você pode avistar cavalos selvagens durante a caminhada, mas isso depende da sorte e da época do ano.
O passeio inclui transporte de barco de Tulcea pelos canais e lagos, além de um trajeto de jipe safari da vila de Letea até a entrada da floresta.
Sim, há opções de transporte público próximas a Tulcea, onde o passeio começa.
Seu dia inclui um assento em um passeio guiado de barco saindo de Tulcea pelos canais e lagos até Mila 23 e a vila de Letea, além de um trajeto de jipe safari até o Bosque de Letea com um guia naturalista experiente, antes de voltar de barco por outra rota — o almoço numa casa local é opcional, para quem quiser provar a culinária tradicional antes do retorno.


Pagamento seguro em viator.com
Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?