Você vai pedalar de e-bike pelas ruas labirínticas e caminhos à beira do rio de Praga com um guia local que conhece todos os atalhos e histórias. Prepare-se para momentos divertidos perto do Muro de Lennon, cantinhos secretos do castelo que passariam despercebidos sozinho e vistas incríveis dos telhados vermelhos do Parque Letná — tudo com equipamento incluso e sem precisar se esforçar nas subidas.
O passeio dura várias horas, com paradas em pontos principais como Praça da Cidade Velha, Castelo de Praga, área da Ponte Carlos, Parque Letná, Colina Petřín e outros.
Sim — as e-bikes fazem a maior parte do esforço, então qualquer nível de preparo físico é bem-vindo; assentos para bebês estão disponíveis para famílias.
Você vai visitar Malá Strana (Cidade Pequena), Muro de John Lennon, Praça da Cidade Velha com o Relógio Astronômico, área próxima à Ponte Carlos, Parque Letná e o Metrônomo, Colina Petřín e sua torre, além de vários pátios do castelo.
Não — capacetes e água mineral são fornecidos para cada participante como parte do passeio.
Não inclui almoço, mas pode haver tempo para tomar algo no beer garden do Parque Letná, se o horário permitir.
Não há busca no hotel; os participantes se encontram no escritório 15 minutos antes do horário de saída.
O grupo é limitado a 8 pessoas por guia para garantir uma experiência mais personalizada.
Sim — o local de encontro fica no centro de Praga e é fácil de chegar por transporte público.
Seu dia inclui o uso de uma bicicleta elétrica e capacete (não precisa levar o seu), acompanhamento de um guia local profissional que conta histórias em cada parada, água mineral para manter você hidratado entre os pontos turísticos, além de um grupo pequeno — no máximo 8 pessoas — para você explorar Praga histórico sem se perder na multidão.
Quase caí da minha e-bike bem em frente ao Muro de John Lennon — que, aliás, é ainda mais colorido e caótico do que eu imaginava. Nosso guia, Martin, só sorriu e disse para eu não me preocupar: “Isso acontece com todo mundo na primeira vez.” As camadas de tinta do muro tinham um cheiro levemente doce sob o sol, e alguém dedilhava músicas dos Beatles ali perto. Foi estranho, mas me senti tranquilo depois disso — como se Praga não estivesse me julgando por ser desajeitado ou por ainda não saber muito da história tcheca.
Passamos voando pelas ruas estreitas de Malá Strana (perdi a conta de quantas vezes os paralelepípedos fizeram meus dentes tremerem) e paramos perto da Ponte Carlos — não sobre ela, que sempre está lotada, mas num cantinho tranquilo onde dá para ver as pedras antigas sem multidão atrapalhando. Martin tirou umas fotos desbotadas da ponte durante enchentes e protestos; ele tinha um jeito de transformar dramas de séculos atrás em fofocas que você escuta num café. Teve um momento no Parque Letná em que olhamos a cidade lá de cima — telhados vermelhos por toda parte, bondes deslizando lá embaixo — e juro que senti cheiro de lúpulo vindo de alguma cervejaria distante. Ou talvez eu tenha imaginado.
As e-bikes fizeram a maior parte do esforço para subir até o Castelo de Praga (graças a Deus), então ninguém ficou sem fôlego para ouvir enquanto explorávamos aqueles pátios escondidos. Entramos na Catedral de São Vito quando estava aberta; a luz do sol formava arco-íris no chão de pedra. Martin apontava detalhes — uma estátua desgastada aqui, um gárgula estranho ali — coisas que a maioria das pessoas nem percebe. Quando descemos a colina Petřín passando por flores silvestres e moradores passeando com seus cachorros, minhas pernas estavam cansadas, mas minha cabeça cheia de histórias.
Ainda penso naquela vista do Parque Letná — todas aquelas pontes cruzando o rio Vltava como fitas. Se você está preocupado em conseguir acompanhar: relaxa. As e-bikes ajudam muito (mesmo se você não for ciclista), e o Martin nunca apressou ninguém. Sinceramente, não esperava rir tanto nem me sentir tão parte de Praga por algumas horas. Essa sensação fica muito além de qualquer foto.

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