Você vai sentir o vento do Atlântico no rosto enquanto explora mirantes incríveis nas falésias de Sagres com um guia local. Veja o pôr do sol no limite da Europa, compartilhe lanches com novos amigos e se surpreenda com a mistura de paz e força da natureza por ali.
Sim, o transfer do hotel ou porto em Lagos está incluso.
A viagem de minivan dura cerca de 35 a 40 minutos em cada trecho.
Você vai visitar mirantes nas falésias, praias, ver a Fortaleza de Sagres por fora, parar no farol e assistir ao pôr do sol.
Sim, água engarrafada, lanches e algumas bebidas alcoólicas estão incluídas.
A idade mínima é 6 anos; assentos infantis especiais estão disponíveis se necessário.
Sim, o tour acontece em qualquer condição climática — só se vista adequadamente para vento ou chuva.
Não, você vai vê-la por fora, junto com as falésias e praias ao redor.
Sua noite inclui transfer do hotel ou porto em Lagos em minivan com ar-condicionado, acompanhado por um guia local simpático que vai levar você aos mirantes das falésias em Sagres. Você receberá água, lanches (e até uma bebida), além de tempo no farol para curtir o pôr do sol antes de voltar para a cidade.
A primeira coisa que lembro é do vento — não exatamente frio, mas salgado e selvagem, puxando as mangas enquanto saíamos perto das falésias em Sagres. Nosso guia João sorria como se já tivesse estado ali mil vezes (talvez tenha mesmo), apontando onde a terra simplesmente despenca no Atlântico. O som das ondas batendo lá embaixo era mais alto do que eu esperava. Eu sentia um cheiro forte no ar, talvez algas ou aquele cheiro do mar que só se encontra tão a oeste assim.
Paramos em alguns mirantes durante esse passeio de um dia para Sagres saindo de Lagos — cada um parecia mais alto ou mais selvagem que o anterior. João contou histórias de antigos marinheiros que achavam que ali era literalmente o fim do mundo. Tentei imaginar: navios desaparecendo na neblina, sem GPS naquela época, só coragem e estrelas. Tinha gente no nosso grupo também; alguém compartilhou amêndoas da bolsa e todos rimos quando quase voaram com o vento. O minivan privativo foi um alívio depois de ficar tão perto daquelas bordas.
Do lado de fora das muralhas da fortaleza, João mostrou umas florzinhas pequenas entre as pedras (ele chamou de “craveiro-da-rocha” — acho que falei errado). O farol de Sagres parecia tímido na luz do fim da tarde. Achamos um lugar para sentar e ver o pôr do sol — quase ninguém falou, só ficou todo mundo admirando o laranja e rosa se espalhando sobre o mar e as falésias. É estranho como a gente fica quieto nesses momentos. Ainda lembro daquela vista quando a cidade fica barulhenta demais.

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