Viva Porto de um jeito único neste cruzeiro privado pelo Douro — deslizando sob seis pontes icônicas com anfitriões locais, provando vinho do Porto enquanto o sol se põe atrás dos telhados da Ribeira. Curta conversas reais (ou um silêncio tranquilo), petiscos típicos, cobertores para o vento fresco e espaço só para seu grupo. Deixe o tempo desacelerar e veja a cidade mudar luz a luz.
O cruzeiro sai da Marina do Douro, perto da Afurada, entre Porto e Gaia.
O passeio privado dura cerca de 2 horas pelo rio Douro.
Sim, servem petiscos locais, um drink de boas-vindas e um brinde com vinho do Porto.
Sim, o barco tem banheiro para os passageiros.
Bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos.
Sim, há música a bordo para os convidados aproveitarem durante o passeio.
Sim, há Wi-Fi disponível durante todo o cruzeiro privado.
Você verá as seis pontes famosas de Porto, além da Ribeira, as caves de vinho de Gaia e muito mais, tudo visto da água.
Seu dia inclui um cruzeiro privado de duas horas pelo rio Douro só para seu grupo, com anfitriões locais que oferecem drinks de boas-vindas, petiscos típicos, música a bordo (se quiser), Wi-Fi para compartilhar as fotos das pontes na hora, cobertores para o vento, combustível incluso — e claro — um brinde especial com vinho do Porto enquanto você passa pelos pontos mais icônicos de Porto antes de voltar para a margem.
Com as mãos envolvendo uma taça de vinho do Porto branco gelado, eu observava a cidade deslizar — não de um convés cheio de gente, mas daquele barco antigo de madeira chamado Cabernet. Ana e Miguel, nossos anfitriões, acenaram para nos receber na Marina do Douro, perto da Afurada (ali o ar tem um leve cheiro de sal e sardinha assada). Cobertores estavam empilhados no banco, caso o vento ficasse mais forte. Gostei desse cuidado. Partimos devagar, com o motor ronronando baixo, e Ana apontou a Ponte da Arrábida à frente — os locais a chamam de “o grande arco branco”. Eu não esperava me interessar por pontes, mas, sinceramente, vê-las por baixo faz você notar suas formas de um jeito que nunca percebe andando por cima.
A luz mudava a cada poucos minutos enquanto passávamos pelas casas coloridas da Ribeira e pelos antigos armazéns de Gaia. Alguém na margem tocava fado num rádio meio chiado; a música flutuava pela água como um segredo. Miguel serviu outra rodada (ele riu quando tentei falar “obrigado” do jeito certo — ainda não peguei o sotaque), e passou pratos pequenos com queijo e algo doce que não consegui identificar. A Ponte Dom Luís I parecia ainda maior por baixo — toda feita de ferro e ecos. Teve um momento em que todo mundo ficou em silêncio, vendo o sol refletir nessas vigas de metal. Parecia que a cidade também dava uma pausa.
Tirei muitas fotos, mas nenhuma capturou a suavidade do ar ou o brilho que Porto ganha no crepúsculo. No caminho de volta, Ana deixou meu amigo pilotar um pouco (não se preocupe, ela ficou por perto). Brindamos com vinho do Porto ruby ao passar pela última ponte — Freixo? — e alguém brincou que a gente devia continuar até a Espanha. Quem sabe na próxima. Tudo foi descontraído, mas ao mesmo tempo pessoal; eles contavam histórias se a gente quisesse, ou deixavam a gente à vontade para conversar. É engraçado como duas horas voam quando você está flutuando entre cidade e céu assim.

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